E assim chegamos a mais um final de um Estudo, desta vez da Revelação mais apocalíptica, mais escatológica de todas! E com esta frase, fazendo alusão à religião verdadeira, por ser ela a base de todos os ensinamentos. Faz sentido, faz muito sentido, e vou explicar o porquê.
A SNI não prega que o mundo todo faz sentido a partir do momento em que um japonês metido a asceta ouviu vozes dizendo que "tudo é tudo, nada é nada (assim filosofou dom Maia)", já cantava Jorge BenJor em seu "Engenho de Dentro". Pelo contrário, a Seicho-No-Ie parte do pressuposto que todas as religiões ditas sérias partiam de dois pressupostos básicos, que recebiam nomes diferentes de acordo com a época e a evolução espiritual de cada povo: o homem é filho de Deus, ou seja, é depositário de toda a potencialidade divina; e o meio em que ele vive é criado unicamente por sua mente, ou sua disposição em encarar o mundo "exterior".
Isso no Cristianismo tem um nome, isso no Budismo tem outro nome, que é batizado de maneira distinta no Islamismo que, por seu turno, apresenta uma denominação totalmente diversa no Xintoísmo e assim vai. Até mesmo o Ateísmo, pasmem, comunga destes dois princípios, sem, evidentemente, dar o nome de Deus aos bois: o homem é filho (ou produto) da natureza e o mundo externo é projeção única e exclusiva dos seus cinco sentidos. O resto é balela, é colóquio flácido para acalentar bovinos. Acredite quem queira acreditar, quem tiver ouvidos que ouça: estas premissas são tão eternas e corretas quanto qualquer lei matemática.
Assim sendo, nossa SNI é uma suprarreligião, ou mesmo uma protoreligião, no sentido de seus postulados antecederem todo e qualquer discurso religioso coerente, venha de onde vier, pregue quem pregar.
Ela, assim, não é a religião dita "verdadeira"; antes, ela fornece os subsídios para que cada uma das religiões, que desde as mais priscas eras abeberam-se de seus princípios, sejam também consideradas como verdadeiras, úteis e necessárias a cada um dos fiéis a que elas venham a se socorrer.
O que o japonês acima mencionado fez foi apenas isolar estes princípios, aplicando-os na vida prática.
Então, o que deseja essa Revelação Divina atestar? O fim do mundo?
Sim, o fim do mundo. O fim de uma antiga concepção do mundo, antes do advento da SNI.
Eis que se fizeram, assim, novas todas as coisas. Muito obrigado!
Espaço destinado a apresentar ideias da Seicho-No-Ie e discutir temas filosóficos, do cotidiano e religiosos em geral (o que dá quase a mesma coisa!) OBS.: TUDO O QUE EU ESCREVER, POSTAR OU CONJECTURAR AQUI É DE MINHA ÚNICA E EXCLUSIVA RESPONSABILIDADE, SENDO QUE ESTE BLOG NÃO POSSUI NENHUMA RELAÇÃO COM A ENTIDADE RELIGIOSA SEICHO-NO-IE SALVO A PROFUNDA IDENTIFICAÇÃO QUE TEM PARA COM SUA FILOSOFIA E SEUS ENSINAMENTOS.
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terça-feira, 26 de julho de 2011
35 - O Meu Ensinamento Não É Um Dogmatismo Intolerante Que Repudia Toda E Qualquer Seita Religiosa
Bom, se Deus afirmou que Se permite ser chamado de Deus da Seicho-No-Ie ou Acendedor Dos Sete Candeeiros, logo podemos inferir que Seu ensinamento não pode ser um dogmatismo intolerante, o que é assaz positivo. Positivo e coerente. Na realidade, religiosamente falando, sempre considerei SNI uma espécie de suprarreligião, ou seja, uma religião que englobaria todas as demais, e, por esse modo, toda vez que estudo uma determinada religião, a estudo sob o prisma seichonoieístico, ou seja, sob o prisma da unicidade de todo e qualquer discurso religioso, e não como se determinado ensino religioso fosse algo apartado de mim. É como se eu quisesse aprender mais sobre o Islamismo, por exemplo, para ver até que ponto ele e eu somos um só, formamos uma só ideia em comum, e não para afirmar: "ah, esse ponto está certo, este está errado". Captaram a sutil, mas importante diferença? Não são as diferenças o marcante, e sim a igualdade: no momento em que você percebe a igualdade do pensamento religioso, você percebe que eu e o outro, religiosamente falando, somos um só. E isso é muito, muito importante de ser notado, e é uma das marcas principais da SNI, algo que acompanha sempre nosso cartão de visitas perante os demais ensinamentos religiosos.
34 - Com O Meu Ensinamento, As Sete Igrejas E As Doze Tribos De Israel Recebem Nova Vida
Acho que em toda a literatura seichonoiê, pelo menos a traduzida em português, esta é a única menção clara à Israel e ao Judaísmo, por tabela, fruto talvez da origem apocalíptica desta Revelação. As sete igrejas são as sete igrejas, aliás, que o Apocalipse menciona, quais sejam: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodiceia, presentes em Apocalipse 1, 11. É interessante destacarmos, aqui, o que Joseph Murphy nos informa a respeito do significado destas igrejas, em seu O Poder Da Oração, pgs.17/18:
"As sete igrejas são os sete degraus ou graus de percepção pelos quais todos passamos antes de chegar a um ponto de convicção mental ou compreensão íntima e vívida a respeito do assunto ou estado sob o qual rezamos". Lembremos que, para ele, o Apocalipse nada mais era que um livro que ensinava a oração.
E quais são as doze tribos de Israel? Era a divisão das terras judaicas entre os doze filhos de Jacó, a saber: Rubem, Simeão, Levi, Judá, Dã, Neftali, Gad, Aser, Issacar, Zabulon, José e Benjamin. Ou seja, todos os ensinamentos, tanto o cristão como o judaico (sem contar com o restante dos candeeiros, lembrem-se que Deus também aceita ser chamado de O Acendedor dos Sete Candeeiros) recebem Nova Vida, Nova Interpretação.
"As sete igrejas são os sete degraus ou graus de percepção pelos quais todos passamos antes de chegar a um ponto de convicção mental ou compreensão íntima e vívida a respeito do assunto ou estado sob o qual rezamos". Lembremos que, para ele, o Apocalipse nada mais era que um livro que ensinava a oração.
E quais são as doze tribos de Israel? Era a divisão das terras judaicas entre os doze filhos de Jacó, a saber: Rubem, Simeão, Levi, Judá, Dã, Neftali, Gad, Aser, Issacar, Zabulon, José e Benjamin. Ou seja, todos os ensinamentos, tanto o cristão como o judaico (sem contar com o restante dos candeeiros, lembrem-se que Deus também aceita ser chamado de O Acendedor dos Sete Candeeiros) recebem Nova Vida, Nova Interpretação.
33 - Permito Que Me Chamem "Deus Da Seicho-No-Ie", Mas Aceito A Denominação "Acendedor Dos Sete Candeeiros"
Sobre o "Acendedor dos Sete Candeeiros" já nos manifestamos quando falamos na Revelação Divina adequada. Nesta aqui, mais adequadamente, qual a diferença existente entre ser chamado "Deus da Seicho-No-Ie" e "Acendedor dos Sete Candeeiros"?
Basicamente, "Deus da Seicho-No-Ie" seria a segunda acepção de Deus, o Deus particularizado de cada religião, como Jeová, Alá e, nesse caso, Seicho-No-Ie-no-Oomikami. E o "Acendedor dos Sete Candeeiros" é Deus na primeira acepção, o Deus Todo-Poderoso, Aquele que unifica todas as crenças numa só, como veremos na última frase do nosso estudo.
Dito isso, passemos para a próxima frase!
Basicamente, "Deus da Seicho-No-Ie" seria a segunda acepção de Deus, o Deus particularizado de cada religião, como Jeová, Alá e, nesse caso, Seicho-No-Ie-no-Oomikami. E o "Acendedor dos Sete Candeeiros" é Deus na primeira acepção, o Deus Todo-Poderoso, Aquele que unifica todas as crenças numa só, como veremos na última frase do nosso estudo.
Dito isso, passemos para a próxima frase!
domingo, 24 de julho de 2011
32 - Colabora no Movimento De Iluminação Da Humanidade, Que É Um Trabalho Divino
Continuando o estudo de nossa RD (falta pouco, acalmai-vos!), recebemos um convite para colaborar no Movimento de Iluminação da Humanidade, ou seja, um convite para sermos legítimos bosatsus, no sentido moderno do termo. Quem quiser maiores informações, pode pesquisar a minha análise da Sutra em Louvor aos Apóstolos da Missão Sagrada. As vantagens e os benefícios são enormes. Uma delas, que posso adiantar desde já, é o fato de nos conscientizarmos que eu e o outro somos um, ou seja, conscientizarmo-nos do verdadeiro amor divino, seja ele do ponto de vista xintoísta (musubi), budista (shimuryoshin) ou mesmo cristão (expresso na fórmula amai o próximo como a ti mesmo). Em todos eles é empregado o raciocínio de que "eu e o outro somos um", ou seja, da unicidade entre todos perante Deus.
Assim, corolário lógico deste raciocínio é o fato de que ao iluminarmos a humanidade, iluminaremos a nós mesmos, e que isso é um trabalho divino. Não é sensacional?
Assim, corolário lógico deste raciocínio é o fato de que ao iluminarmos a humanidade, iluminaremos a nós mesmos, e que isso é um trabalho divino. Não é sensacional?
sexta-feira, 22 de julho de 2011
31 - Não Monopolizes As Graças Recebidas
Ainda dentro do espírito de compartilhar as graças oriundas do conhecimento da Seicho-No-Ie, chegamos a mais esta frase: "Não monopolizes as graças recebidas", ou seja, não pegue para si todas as graças.
Geralmente tal comportamento é oriundo da conscientização de que as graças são semelhantes aos bens materiais, ou seja, de que elas não seriam distribuídas por Deus às mancheias, mas sim parcialmente. Ou seja, a graça X somente será alcançada em apenas um determinado número de vezes, então, "farinha pouca, meu pirão primeiro", o que está, de longe, enganado, "puramente enganados", como cantaria Ben Jor em sua canção "Assim Falou Santo Tomás de Aquino" (em breve numa SNI Hits mais perto de seu computador!).
As graças de Deus são ocorrências meramente espirituais, a matéria é uma forma consequencial e condensada do espírito divino. Apenas isso, e nada mais do que isso! Próxima frase, por favor!
Geralmente tal comportamento é oriundo da conscientização de que as graças são semelhantes aos bens materiais, ou seja, de que elas não seriam distribuídas por Deus às mancheias, mas sim parcialmente. Ou seja, a graça X somente será alcançada em apenas um determinado número de vezes, então, "farinha pouca, meu pirão primeiro", o que está, de longe, enganado, "puramente enganados", como cantaria Ben Jor em sua canção "Assim Falou Santo Tomás de Aquino" (em breve numa SNI Hits mais perto de seu computador!).
As graças de Deus são ocorrências meramente espirituais, a matéria é uma forma consequencial e condensada do espírito divino. Apenas isso, e nada mais do que isso! Próxima frase, por favor!
domingo, 17 de julho de 2011
30 - Não Deves Limitar-Te A Receber O Amor De Deus
Exorta a Revelação Divina, ainda no espírito da frase anterior, ao trabalho da divulgação dos ensinamentos da Seicho-No-Ie, agora por uma vertente diferente, qual seja, a da distribuição das graças: não devemos limitar apenas a receber o amor de Deus, e sim, compartilhar junto com a humanidade esse amor. Caso não compartilhemos, estaremos incorrendo em um dos mais graves equívocos para um suposto filho de Deus, o egoísmo, que é o ato de pensar que "só eu posso ser filho de Deus, só eu posso ter esse direito, só eu mereço ser filho de Deus". Besteira. Todos nós temos o inalienável direito de sermos filhos de Deus, de gozarmos do Seu infinito amor. Por esta razão, não devemos nos limitar em receber, apenas, o amor de Deus, e sim, passar adiante, como bons bosatsus que somos!
29 - Tu Deves Empenhar-Te Mais Em Divulgar A Seicho-No-Ie A Teus Irmãos
Amigos, reflexionemos um instante: quantas vezes nós divulgamos a SNI a nossos irmãos? Por divulgação não entendo a óbvia divulgação de revistas sagradas ou convites para irmos a reuniões ou afins, mas, divulgar o modo de vida SNI aos nossos irmãos?
Lembrai do que sempre digo nas reuniões: uma palestra num Domingo da SNI ou numa reunião à noite não nos salvará, tais encontros são apenas meros lembretes de um compromisso que assumimos de um modo particular e peculiar com Deus; o que nos salvará (e consequentemente divulgará a SNI para nossos irmãos) é a nossa postura quando colocamos o pé para fora da Associação Local prometendo ao presidente da reunião que estará semana que vem sem falta. É no cotidiano que a Vida se passa, é no nosso cotidiano que vidas se salvam.
O melhor cartão de visitas que podemos oferecer aos demais sobre a SNI é o nosso modo feliz de viver, de seguir pela vida afora superando obstáculos, brincando com as dificuldades e dominando o nosso destino com o poder da mente. Não é se tornar santarrão de uma hora para outra nem obrigar as outras pessoas a seguirem nossa fé, por melhor que ela possa parecer perante as dos demais.
É lembrar-se, em suma, sempre do velho ditado: as palavras convencem, os exemplos arrastam.
Agora cabe outra indagação aqui: por que deveremos nos empenhar em divulgar a SNI aos nossos irmãos? Simples, para oferecer as pessoas um estudo completo sobre as leis mentais e como dominá-las, para a felicidade do maior número possível de pessoas. Captaram?
Lembrai do que sempre digo nas reuniões: uma palestra num Domingo da SNI ou numa reunião à noite não nos salvará, tais encontros são apenas meros lembretes de um compromisso que assumimos de um modo particular e peculiar com Deus; o que nos salvará (e consequentemente divulgará a SNI para nossos irmãos) é a nossa postura quando colocamos o pé para fora da Associação Local prometendo ao presidente da reunião que estará semana que vem sem falta. É no cotidiano que a Vida se passa, é no nosso cotidiano que vidas se salvam.
O melhor cartão de visitas que podemos oferecer aos demais sobre a SNI é o nosso modo feliz de viver, de seguir pela vida afora superando obstáculos, brincando com as dificuldades e dominando o nosso destino com o poder da mente. Não é se tornar santarrão de uma hora para outra nem obrigar as outras pessoas a seguirem nossa fé, por melhor que ela possa parecer perante as dos demais.
É lembrar-se, em suma, sempre do velho ditado: as palavras convencem, os exemplos arrastam.
Agora cabe outra indagação aqui: por que deveremos nos empenhar em divulgar a SNI aos nossos irmãos? Simples, para oferecer as pessoas um estudo completo sobre as leis mentais e como dominá-las, para a felicidade do maior número possível de pessoas. Captaram?
sábado, 16 de julho de 2011
28 - Outras, Porém, Apesar De Estarem Perto, Não Conseguem A Salvação
Impossível não se lembrar, lendo esta frase, daquela célebre passagem do Evangelho que Cristo diz que "Nem todo aquele que diz 'Senhor, Senhor' entrará no Reino dos Céus", ou seja, mesmo estando, digamos, perto de Deus, não conseguem a salvação.
E por que isso? Porque Deus, ao criar este mundo, resolveu agir como se fosse lei. Uma lei tem aplicação universal, e quem não se adequa a essa lei, mesmo que seja seu conhecedor, sofre as suas consequências. É assim com todos nós, estejamos longe ou perto dEle. E uma religião digna deste nome tem de ser profunda conhecedora destas leis e saber aplicá-las na prática, sob pena de ser mais uma destas religiões "Senhor, senhor!".
E por que isso? Porque Deus, ao criar este mundo, resolveu agir como se fosse lei. Uma lei tem aplicação universal, e quem não se adequa a essa lei, mesmo que seja seu conhecedor, sofre as suas consequências. É assim com todos nós, estejamos longe ou perto dEle. E uma religião digna deste nome tem de ser profunda conhecedora destas leis e saber aplicá-las na prática, sob pena de ser mais uma destas religiões "Senhor, senhor!".
sexta-feira, 15 de julho de 2011
27 - Há Pessoas Que, Mesmo Estando Num Lugar Distante, Já Estão Salvas
Nesta e na próxima frase vem uma interessante questão: a da alegada distância que teríamos de Deus e de Suas ondas de salvação. Na realidade, tal questão é até desnecessária, mas mesmo assim é utilizada para enfocar a verdadeira compreensão divina.
Mas a questão também não é esta: quando se fala de um lugar distante, se quer dizer também lugar onde necessariamente Deus não estaria, um lugar, digamos, não religioso, por exemplo. Assim, nestes casos, Deus também está presente e também salva.
E a razão para isso é simples: Deus não está nos templos, está na Vida. Aliás, Ele é a própria Vida, que independe dos lugares santos. Neste sentido, podemos entender Deus no aspecto, já informado na Sutra Sagrada Chuva de Néctar da Verdade, de "Lei Que Permeia O Universo". Neste caso, não importa onde, Deus agirá implacavalmente como Lei. Mesmo estando num lugar distante.
Mas a questão também não é esta: quando se fala de um lugar distante, se quer dizer também lugar onde necessariamente Deus não estaria, um lugar, digamos, não religioso, por exemplo. Assim, nestes casos, Deus também está presente e também salva.
E a razão para isso é simples: Deus não está nos templos, está na Vida. Aliás, Ele é a própria Vida, que independe dos lugares santos. Neste sentido, podemos entender Deus no aspecto, já informado na Sutra Sagrada Chuva de Néctar da Verdade, de "Lei Que Permeia O Universo". Neste caso, não importa onde, Deus agirá implacavalmente como Lei. Mesmo estando num lugar distante.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
26 - Tenho Pena Deles, Mas Não Há Como Ajudá-los, Pois As Vibrações Mentais De Descrença Deles Não Sintonizam Com As Minhas Vibrações Mentais de Salvação
Ahá! Pensaram que eu tinha esquecido do nosso estudo, né? Não contavam era com minha astúcia! Eis aqui a continuação do nosso Estudo Sobre a Revelação Divina de Novo Céu E Nova Terra, uma pequena homenagem minha aos apocalípticos de plantão. Vamos, então, à frase?
Ela é por demais interessante, e lembra aquela já estudada na RD da Grande Harmonia: "Não havendo a reconciliação com todas as coisas do universo, mesmo que Deus queira te auxililar, as vibrações mentais de discórdia não te permitem captar as ondas da salvação de Deus". Esta frase, em termos de significado, é cópia da ora transcrita, e nos remete ao velho tema da onipotência divina, na qual eu tanto me bato.
Quem tiver curiosidade, agora que o blog separou os temas nos marcadores, pode fazer uma consulta na frase acima, no Estudo Sobre A Revelação Divina da Grande Harmonia.
Quem tiver preguiça, que fique aqui, que explicarei a frase, fracionando, como de costume:
TENHO PENA DELES: Ah, então vocês pensam que Deus é o Todo-Insensível? Nada disso!
MAS NÃO HÁ COMO AJUDÁ-LOS: Esta parte me remete a um trecho de uma música do antigo Cidade Negra (lembram-se?): "Faça por onde que eu te ajudarei"... a questão é por aí: Deus quer te ajudar, mas às vezes Ele próprio Se vê incapaz disso. E por que será?
POIS AS VIBRAÇÕES MENTAIS DE DESCRENÇA DELES: Ah, chegamos ao núcleo da frase: na RD estava escrito "vibrações mentais de discórdia", aqui é "vibrações mentais de descrença". Isolando os termos, podemos chegar à matemática fórmula de "discórdia = descrença"? Pensem bem...
Discórdia é desunião, é separação. É manter-se afastado, do todo ou de um determinado grupo. Aqui, o que nos interessa é a separação do Todo, separação de Deus. Assim, se eu me mantenho, consciente ou inconscientemente separado de Deus, não tenho crença nele? A crença aqui não se refere ao ato de acreditar ou não em Deus, mas sim em fazer uso de uma lei de sintonia, que pode ser muito bem aplicado a todas as pessoas, ateias, atoas ou crentes.
Retornando: quando promovo a discórdia, promovo a descrença? Quando me acho separado do Todo, acredito realmente em Deus (ou na Vida, ou ainda na Grande Vida, ou na Natureza) que unifica tudo?
Pensem bem, esta é uma questão de muita importância. Desenvolvendo-a bem, podemos chegar à conclusão de que quando deixamos nosso ego agir, seja lá de que maneira, negamos nossa fé em Deus, querendo ou não. E isso é muito importante, para nossa avaliação, e sabe por que? Resposta no próximo trecho da frase:
NÃO SINTONIZAM COM AS MINHAS VIBRAÇÕES MENTAIS DE SALVAÇÃO: Aí entra outra questão importantíssima: a do livre arbítrio: se eu deixo o ego por cima, Deus pode saracotear em frente a nós que nós não O veremos, não O escutaremos, não O tocaremos, não O cheiraremos e não O provaremos, muito menos O intuiremos (coloquei os cinco sentidos, e também o sexto sentido). Simplesmente fecharemos nosso canal (ou obstruiremos significativamente), tudo por conta deste tal de Mister Ego... que bonito, não?
Ela é por demais interessante, e lembra aquela já estudada na RD da Grande Harmonia: "Não havendo a reconciliação com todas as coisas do universo, mesmo que Deus queira te auxililar, as vibrações mentais de discórdia não te permitem captar as ondas da salvação de Deus". Esta frase, em termos de significado, é cópia da ora transcrita, e nos remete ao velho tema da onipotência divina, na qual eu tanto me bato.
Quem tiver curiosidade, agora que o blog separou os temas nos marcadores, pode fazer uma consulta na frase acima, no Estudo Sobre A Revelação Divina da Grande Harmonia.
Quem tiver preguiça, que fique aqui, que explicarei a frase, fracionando, como de costume:
TENHO PENA DELES: Ah, então vocês pensam que Deus é o Todo-Insensível? Nada disso!
MAS NÃO HÁ COMO AJUDÁ-LOS: Esta parte me remete a um trecho de uma música do antigo Cidade Negra (lembram-se?): "Faça por onde que eu te ajudarei"... a questão é por aí: Deus quer te ajudar, mas às vezes Ele próprio Se vê incapaz disso. E por que será?
POIS AS VIBRAÇÕES MENTAIS DE DESCRENÇA DELES: Ah, chegamos ao núcleo da frase: na RD estava escrito "vibrações mentais de discórdia", aqui é "vibrações mentais de descrença". Isolando os termos, podemos chegar à matemática fórmula de "discórdia = descrença"? Pensem bem...
Discórdia é desunião, é separação. É manter-se afastado, do todo ou de um determinado grupo. Aqui, o que nos interessa é a separação do Todo, separação de Deus. Assim, se eu me mantenho, consciente ou inconscientemente separado de Deus, não tenho crença nele? A crença aqui não se refere ao ato de acreditar ou não em Deus, mas sim em fazer uso de uma lei de sintonia, que pode ser muito bem aplicado a todas as pessoas, ateias, atoas ou crentes.
Retornando: quando promovo a discórdia, promovo a descrença? Quando me acho separado do Todo, acredito realmente em Deus (ou na Vida, ou ainda na Grande Vida, ou na Natureza) que unifica tudo?
Pensem bem, esta é uma questão de muita importância. Desenvolvendo-a bem, podemos chegar à conclusão de que quando deixamos nosso ego agir, seja lá de que maneira, negamos nossa fé em Deus, querendo ou não. E isso é muito importante, para nossa avaliação, e sabe por que? Resposta no próximo trecho da frase:
NÃO SINTONIZAM COM AS MINHAS VIBRAÇÕES MENTAIS DE SALVAÇÃO: Aí entra outra questão importantíssima: a do livre arbítrio: se eu deixo o ego por cima, Deus pode saracotear em frente a nós que nós não O veremos, não O escutaremos, não O tocaremos, não O cheiraremos e não O provaremos, muito menos O intuiremos (coloquei os cinco sentidos, e também o sexto sentido). Simplesmente fecharemos nosso canal (ou obstruiremos significativamente), tudo por conta deste tal de Mister Ego... que bonito, não?
sexta-feira, 24 de junho de 2011
25 - Ai Dos Que Não Creem Em Mim E Não Me Chamam
Mais uma vez, repetirei em favor da ênfase: esta necessidade de "crer" não significa o sentido de não acreditar na existência divina. É não acreditar no poder de Deus, onde quer que este Se manifeste. Sim, pois Deus pouco se importa se a humanidade crê ou não nEle, Ele existe, independentemente de crenças. Para quem nEle não crê, Ele já deixou suas leis, metarreligiosas e atemporais: a atração dos semelhantes é uma delas, talvez a mais conhecida, popularizada por Rhonda Byrne e seu badalado mas nada hermético "Segredo" (quem é Seicho-No-Ie sabe do que estou falando...).
Tal comparação me faz lembrar outra: as pessoas podem até não acreditar que existam pessoas que elaboram as leis do trânsito, mas sabem que as leis do trânsito existem, ou seja, creem firmemente na convneção de que, se você atravessar a rua num sinal verde, você estará assumindo o risco de ser atropelado; do contrário, se você espera o sinal ficar vermelho, a probabilidade deste risco diminuiria consideravelmente.
Assim é a lei. Deus também elaborou leis semelhantes. Cabe a nós segui-las ou não, e disto depende nosso futuro na face da terra, creiamos nisso ou não.
Bom, a primeira parte está explicada. E a segunda parte, ou seja, como um ateu pode não chamar por Deus e não sofrer o "Ai" de que fala a frase? Simples: basta não evocar estas leis, ou não pô-las em prática, independentemente de se acreditar ou não nEle. Ou vocês acreditam sinceramente que Deus teria o pensamento tão mesquinho de somente favorecer quem nEle crê? Nada disso, antes, Ele preza a diversidade, e dentro da diversidade se encontra, também, a crença em sua não existência.
Mas nem por isso Ele deixará de ser Ele. Porque Ele é superior a tudo. Porque Ele é o Todo de Tudo.
Tal comparação me faz lembrar outra: as pessoas podem até não acreditar que existam pessoas que elaboram as leis do trânsito, mas sabem que as leis do trânsito existem, ou seja, creem firmemente na convneção de que, se você atravessar a rua num sinal verde, você estará assumindo o risco de ser atropelado; do contrário, se você espera o sinal ficar vermelho, a probabilidade deste risco diminuiria consideravelmente.
Assim é a lei. Deus também elaborou leis semelhantes. Cabe a nós segui-las ou não, e disto depende nosso futuro na face da terra, creiamos nisso ou não.
Bom, a primeira parte está explicada. E a segunda parte, ou seja, como um ateu pode não chamar por Deus e não sofrer o "Ai" de que fala a frase? Simples: basta não evocar estas leis, ou não pô-las em prática, independentemente de se acreditar ou não nEle. Ou vocês acreditam sinceramente que Deus teria o pensamento tão mesquinho de somente favorecer quem nEle crê? Nada disso, antes, Ele preza a diversidade, e dentro da diversidade se encontra, também, a crença em sua não existência.
Mas nem por isso Ele deixará de ser Ele. Porque Ele é superior a tudo. Porque Ele é o Todo de Tudo.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
24 - Então, Ficarás Surpreso Por Brotar Uma Sabedoria Até Então Desconhecida De Ti
Isso já aconteceu com vocês? De repente, quando não mais que de repente, após orar, pluft, surge uma resposta quando você menos espera. Ou algo acontece de um lugar que você não tinha a mínima ideia que iria surgir? Pois é, os caminhos de Deus são surpreendentes. Surpreendentes não, na realidade nossa visão que é muito tacanha e limitada.
Quando isso ocorre comigo, olho para o céu, aponto para cima e digo: "Deus, tu és ...". O resto, confesso, é impublicável e mesmo eu, na qualidade de Líder da Iluminação, não deveria sequer insinuar o termo, mas, de novo confesso, é o que eu falo. E acho, aliás, que o uso deste adjetivo é muito mais completo do que os melosos "Tu és maravilhoso, esplêndido e coisa e tal". Sim, porque Deus é realmente maravilhoso, esplêndido, coisa e tal. Mas também - e principalmente - é ...! Digamos que este seria o meu louvor mais, digamos, eloquente...
Aliás, estou estudando outra Revelação Divina, esta presente no volume 3 da Verdade da Vida que afirma, na pg. 27 do citado livro, que não existem milagres na SNI. Pelo contrário, milagres são as coisas que deixamos ocorrer em nossas vidas quando nos desfiliamos de Deus. O que haveria de milagroso em recuperar a saúde, em voltar a ser próspero? Absoluta e rigorosamente nada. Seicho-No-Ie só nos ensina o caminho de volta à normalidade.
Falo isso para evocar novamente os atributos shinsokânicos de Deus, ou seja, o que evocamos quando juntamos nossas mãozinhas em forma de gassho após entoarmos o Canto Evocativo de Deus? "Aqui, onde estou, é oceano de infinitas SABEDORIA, AMOR, VIDA, PROVISÃO, ALEGRIA e HARMONIA de Deus. Logo, a Sabedoria de Deus aparecer subitamente não é nada mais do que um resultado natural daquilo que você veio pedindo. Captou? Depois vocês dizem que Deus não escuta orações...
Só me resta, ao encerrar este post, repetir o que Jesus Cristo cansou de falar aos seus discípulos: "Por que temeis, homens de pouca fé?"
Quando isso ocorre comigo, olho para o céu, aponto para cima e digo: "Deus, tu és ...". O resto, confesso, é impublicável e mesmo eu, na qualidade de Líder da Iluminação, não deveria sequer insinuar o termo, mas, de novo confesso, é o que eu falo. E acho, aliás, que o uso deste adjetivo é muito mais completo do que os melosos "Tu és maravilhoso, esplêndido e coisa e tal". Sim, porque Deus é realmente maravilhoso, esplêndido, coisa e tal. Mas também - e principalmente - é ...! Digamos que este seria o meu louvor mais, digamos, eloquente...
Aliás, estou estudando outra Revelação Divina, esta presente no volume 3 da Verdade da Vida que afirma, na pg. 27 do citado livro, que não existem milagres na SNI. Pelo contrário, milagres são as coisas que deixamos ocorrer em nossas vidas quando nos desfiliamos de Deus. O que haveria de milagroso em recuperar a saúde, em voltar a ser próspero? Absoluta e rigorosamente nada. Seicho-No-Ie só nos ensina o caminho de volta à normalidade.
Falo isso para evocar novamente os atributos shinsokânicos de Deus, ou seja, o que evocamos quando juntamos nossas mãozinhas em forma de gassho após entoarmos o Canto Evocativo de Deus? "Aqui, onde estou, é oceano de infinitas SABEDORIA, AMOR, VIDA, PROVISÃO, ALEGRIA e HARMONIA de Deus. Logo, a Sabedoria de Deus aparecer subitamente não é nada mais do que um resultado natural daquilo que você veio pedindo. Captou? Depois vocês dizem que Deus não escuta orações...
Só me resta, ao encerrar este post, repetir o que Jesus Cristo cansou de falar aos seus discípulos: "Por que temeis, homens de pouca fé?"
23 - Ao Surgir Uma Dificuldade, Chama Por Mim
Se Deus é amor, ilimitado e eterno, logo esta frase só poderia existir, esta seria a única conclusão, né? Ao surgir uma dificuldade, chama por mim.
Agora pensemos um pouco: por que não chamamos por Deus, ou O chamemos apenas como mera interjeição ("Ai, meu Deus!"), e não como apelo real?
Vou listar algumas opções:
a) ( ) Porque não adianta mesmo...
b) ( ) Porque estou muito ansioso por uma resposta e não sei se Ele poderá me responder no meu tempo...
c) ( ) Porque não adianta, isso só eu posso resolver...
d) ( ) Porque sou indigno de receber algo dEle...
e) ( ) Deus? E Deus existe?
Não riam, caros neófitos, pelo menos numa destas cinco respostas vocês se encaixam. No meu caso, a mais aplicada para mim seria a letra b), e culparia, assim, a ânsia. Sim senhores, a ânsia é uma das causas principais da não concretização das (minhas) orações. O ideal dos ideais deveria ser eu fazer uma oração a Deus e simplesmente esquecer. Mas não, eu faço e fico pensando o tempo todo como Ele vai resolver.
Isso me lembra, não sei se já falei por aqui ou em uma palestra, quando eu era criança pequena lá em Barbacena (ou melhor, no Humaitá mesmo...) e, fazendo trabalho de ciências, fui incumbido pela professora de plantar, num potinho usado de margarina com algodão úmido, um carocinho de feijão. Uma vez plantado, deveria, dia após dia, ver as mudanças nele. Ora, se tudo corresse normalmente, logo iria surgir um raminho que viraria uma raiz e após aproximadamente uma semana teria um viçoso pé de feijão. A primeira vez que fiz isso deu certo, já a segunda...
Eu plantei, e poucas horas mais tarde já cutucava o potinho de margarina. E mais uma vez. E outra. Claro que de lá nada brotou, e porque? Porque o feijãozinho era tímido? Não, simplesmente porque eu não deixei o tempo agir corretamente...
Moral da história: Você rezou, não rezou? Jogou seu pedido para o Universo, não jogou? Agora deixe o Universo agir. Sim, eu sei que você está ansioso ou ansiosa pela resposta, mas, enquanto isso, leia um livro, veja um filme ou simplesmente distraia sua cabeça. Sua coisa, sendo necessária, vai chegar até você. E não deixe de rezar, afinal de contas, para meu pé de feijão nascer eu tive que todo santo dia regá-lo um pouquinho...
Agora pensemos um pouco: por que não chamamos por Deus, ou O chamemos apenas como mera interjeição ("Ai, meu Deus!"), e não como apelo real?
Vou listar algumas opções:
a) ( ) Porque não adianta mesmo...
b) ( ) Porque estou muito ansioso por uma resposta e não sei se Ele poderá me responder no meu tempo...
c) ( ) Porque não adianta, isso só eu posso resolver...
d) ( ) Porque sou indigno de receber algo dEle...
e) ( ) Deus? E Deus existe?
Não riam, caros neófitos, pelo menos numa destas cinco respostas vocês se encaixam. No meu caso, a mais aplicada para mim seria a letra b), e culparia, assim, a ânsia. Sim senhores, a ânsia é uma das causas principais da não concretização das (minhas) orações. O ideal dos ideais deveria ser eu fazer uma oração a Deus e simplesmente esquecer. Mas não, eu faço e fico pensando o tempo todo como Ele vai resolver.
Isso me lembra, não sei se já falei por aqui ou em uma palestra, quando eu era criança pequena lá em Barbacena (ou melhor, no Humaitá mesmo...) e, fazendo trabalho de ciências, fui incumbido pela professora de plantar, num potinho usado de margarina com algodão úmido, um carocinho de feijão. Uma vez plantado, deveria, dia após dia, ver as mudanças nele. Ora, se tudo corresse normalmente, logo iria surgir um raminho que viraria uma raiz e após aproximadamente uma semana teria um viçoso pé de feijão. A primeira vez que fiz isso deu certo, já a segunda...
Eu plantei, e poucas horas mais tarde já cutucava o potinho de margarina. E mais uma vez. E outra. Claro que de lá nada brotou, e porque? Porque o feijãozinho era tímido? Não, simplesmente porque eu não deixei o tempo agir corretamente...
Moral da história: Você rezou, não rezou? Jogou seu pedido para o Universo, não jogou? Agora deixe o Universo agir. Sim, eu sei que você está ansioso ou ansiosa pela resposta, mas, enquanto isso, leia um livro, veja um filme ou simplesmente distraia sua cabeça. Sua coisa, sendo necessária, vai chegar até você. E não deixe de rezar, afinal de contas, para meu pé de feijão nascer eu tive que todo santo dia regá-lo um pouquinho...
quarta-feira, 22 de junho de 2011
22 - Pois Sou Amor, Ilimitado E Eterno
Deus finalmente Se revela, mas de uma maneira que todos nós sabemos: Ele é Amor, ilimitado e eterno. Favor reler o que escrevi, alguns posts atrás, a Oração Para Viver o Amor de Deus, a versão seichonoieísta para I Coríntios 13, em A Verdade Em Orações, Vol. 1, pg. 70-71:
"A Vida de Deus se aloja no âmago da Vida de todos os seres humanos. Isso, no budismo, é dito: 'Todos os homens possuem natureza búdica'. No cristianismo se diz 'Cristo interno'. A essa natureza búdica, a esse Cristo interno, os japoneses chamam Deus (Kami). Deus Se aloja no interior de todas as pessoas. Não é que 'Se aloja'; Deus é a própria Vida verdadeira do homem. O corpo carnal é o meio de auto-expressão de Deus na face da terra, e não o 'homem em si'. No âmago do corpo carnal, no âmago da matéria, está o Espírito Divino, sumamente maravilhoso e supremamente poderoso. Esse Espírito Divino é que é o 'homem em si'!
A essência desse Espírito Divino é o Amor, a Sabedoria, a Vida Eternamente Indestrutível. Quando vivemos plenamente o amor, o Espírito Divino do nosso interior vive realmente, e quando Ele vive realmente, sentimos a alegria de viver.
O Amor de Deus não odeia ninguém. O Amor de Deus perdoa a todos. O Amor de Deus vivifica a todos. O Amor de Deus não faz escolhas facciosas. O que se harmoniza com todos e não deixa de fazê-los felizes - isto é o Amor de Deus. O Amor de Deus é sempre atencioso e jamais falha. O Amor de Deus ama até as pessoas que não O amam. O Amor de Deus não se frustra, mesmo quando não é correspondido. Não existe tristeza alguma para o Amor de Deus. O Amor de Deus somente ama. O Amor de Deus não pede para ser amado. O Amor de Deus é incondicional. O Amor de Deus não exige retribuição. O Amor atinge seu objetivo simplesmente amando.
Aquele que expressa o Amor de Deus torna-se sagrado, porque não possui desejos egoísticos. O Amor de Deus é desinteressado. Deus Se manifesta onde não há interesse egoístico. O amor que contém desejos egoísticos está maculado. Isso não passa de paixão mascarada de amor. O amor maculado é egoísmo mascarado de amor. O amor não é satisfação dos prazeres. O amor transcende os prazeres. O amor tudo concede, sem nada solicitar em troca. Aquele que dá tudo de si mesmo, consegue concretizar o Amor de Deus.
Assim como o orvalho umedece placidamente todas as plantas dando-lhes Vida, o Amor de Deus a tudo vivifica serena, silenciosa e anonimamente. O orvalho, vivificando todas as ervas, não faz alarde disso, e desaparece quando amanhece. Assim deve ser. Assim é o Amor de Deus.
Agradeço profundamente a Deus, que me fez conhecer esta Verdade!"
Vejam vocês como são as coisas: esta Revelação Divina não seria apocalíptica, ou seja, não trataria do fim do mundo? Por qual cargas d´água ela trata agora do Amor de Deus? E não vai parar por aí, o que me faz dar razão, mesmo, ao bom e velho Joseph Murphy quando este, em seu "O Poder da Oração", diz que o Apocalipse nada mais é do que um livro que trata sobre a oração, pura e simplesmente, nada tendo a ver com o fim do mundo propriamente dito. Aliás, quem disse que o mundo iria acabar mesmo?
"A Vida de Deus se aloja no âmago da Vida de todos os seres humanos. Isso, no budismo, é dito: 'Todos os homens possuem natureza búdica'. No cristianismo se diz 'Cristo interno'. A essa natureza búdica, a esse Cristo interno, os japoneses chamam Deus (Kami). Deus Se aloja no interior de todas as pessoas. Não é que 'Se aloja'; Deus é a própria Vida verdadeira do homem. O corpo carnal é o meio de auto-expressão de Deus na face da terra, e não o 'homem em si'. No âmago do corpo carnal, no âmago da matéria, está o Espírito Divino, sumamente maravilhoso e supremamente poderoso. Esse Espírito Divino é que é o 'homem em si'!
A essência desse Espírito Divino é o Amor, a Sabedoria, a Vida Eternamente Indestrutível. Quando vivemos plenamente o amor, o Espírito Divino do nosso interior vive realmente, e quando Ele vive realmente, sentimos a alegria de viver.
O Amor de Deus não odeia ninguém. O Amor de Deus perdoa a todos. O Amor de Deus vivifica a todos. O Amor de Deus não faz escolhas facciosas. O que se harmoniza com todos e não deixa de fazê-los felizes - isto é o Amor de Deus. O Amor de Deus é sempre atencioso e jamais falha. O Amor de Deus ama até as pessoas que não O amam. O Amor de Deus não se frustra, mesmo quando não é correspondido. Não existe tristeza alguma para o Amor de Deus. O Amor de Deus somente ama. O Amor de Deus não pede para ser amado. O Amor de Deus é incondicional. O Amor de Deus não exige retribuição. O Amor atinge seu objetivo simplesmente amando.
Aquele que expressa o Amor de Deus torna-se sagrado, porque não possui desejos egoísticos. O Amor de Deus é desinteressado. Deus Se manifesta onde não há interesse egoístico. O amor que contém desejos egoísticos está maculado. Isso não passa de paixão mascarada de amor. O amor maculado é egoísmo mascarado de amor. O amor não é satisfação dos prazeres. O amor transcende os prazeres. O amor tudo concede, sem nada solicitar em troca. Aquele que dá tudo de si mesmo, consegue concretizar o Amor de Deus.
Assim como o orvalho umedece placidamente todas as plantas dando-lhes Vida, o Amor de Deus a tudo vivifica serena, silenciosa e anonimamente. O orvalho, vivificando todas as ervas, não faz alarde disso, e desaparece quando amanhece. Assim deve ser. Assim é o Amor de Deus.
Agradeço profundamente a Deus, que me fez conhecer esta Verdade!"
Vejam vocês como são as coisas: esta Revelação Divina não seria apocalíptica, ou seja, não trataria do fim do mundo? Por qual cargas d´água ela trata agora do Amor de Deus? E não vai parar por aí, o que me faz dar razão, mesmo, ao bom e velho Joseph Murphy quando este, em seu "O Poder da Oração", diz que o Apocalipse nada mais é do que um livro que trata sobre a oração, pura e simplesmente, nada tendo a ver com o fim do mundo propriamente dito. Aliás, quem disse que o mundo iria acabar mesmo?
terça-feira, 21 de junho de 2011
O Sermão Da Montanha
E para provar para vocês que não estou brincando, segue agora, na íntegra, versão bíblica Ave Maria, o Sermão da Montanha. Tem até um volume da Verdade da Vida que o Mestre se dispôs a interpretá-lo, acho que é o volume 30. Deliciem-se com as riquezas espirituais deste que é o mais belo trecho da Bíblia, na minha modesta opinião, a qual tenho muito respeito. Lucas tentou, no final do capítulo 6 de seu Evangelho, resumir, mas esta versão é muito mais sensacional. Leiamos, em posição de oração. Veja quão SNI este sermão é:
"5. 1 Vendo aquelas multidões, Jesus subiu à montanha. Sentou-se e seus discípulos aproximaram-se dele. 2 Então abriu a boca e lhes ensinava, dizendo: 3 Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos céus! 4 Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados! 5 Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra! 6 Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados! 7 Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia! 8 Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus! 9 Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus! 10 Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus! 11 Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim. 12 Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós. 13 Vós sois o sal da terra. Se o sal perde o sabor, com que lhe será restituído o sabor? Para nada mais serve senão para ser lançado fora e calcado pelos homens. 14 Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre uma montanha 15 nem se acende uma luz para colocá-la debaixo do alqueire, mas sim para colocá-la sobre o candeeiro, a fim de que brilhe a todos os que estão em casa. 16 Assim, brilhe vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus. 17 Não julgueis que vim abolir a lei ou os profetas. Não vim para os abolir, mas sim para levá-los à perfeição. 18 Pois em verdade vos digo: passará o céu e a terra, antes que desapareça um jota, um traço da lei. 19 Aquele que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e ensinar assim aos homens, será declarado o menor no Reino dos céus. Mas aquele que os guardar e os ensinar será declarado grande no Reino dos céus. 20 Digo-vos, pois, se vossa justiça não for maior que a dos escribas e fariseus, não entrareis no Reino dos céus. 21 Ouvistes o que foi dito aos antigos: Não matarás, mas quem matar será castigado pelo juízo do tribunal. 22 Mas eu vos digo: todo aquele que se irar contra seu irmão será castigado pelos juízes. Aquele que disser a seu irmão: Raca, será castigado pelo Grande Conselho. Aquele que lhe disser: Louco, será condenado ao fogo da geena. 23 Se estás, portanto, para fazer a tua oferta diante do altar e te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, 24 deixa lá a tua oferta diante do altar e vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; só então vem fazer a tua oferta. 25 Entra em acordo sem demora com o teu adversário, enquanto estás em caminho com ele, para que não suceda que te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao seu ministro e sejas posto em prisão. 26 Em verdade te digo: dali não sairás antes de teres pago o último centavo. 27 Ouvistes que foi dito aos antigos: Não cometerás adultério. 28 Eu, porém, vos digo: todo aquele que lançar um olhar de cobiça para uma mulher, já adulterou com ela em seu coração. 29 Se teu olho direito é para ti causa de queda, arranca-o e lança-o longe de ti, porque te é preferível perder-se um só dos teus membros, a que o teu corpo todo seja lançado na geena. 30 E se tua mão direita é para ti causa de queda, corta-a e lança-a longe de ti, porque te é preferível perder-se um só dos teus membros, a que o teu corpo inteiro seja atirado na geena. 31 Foi também dito: Todo aquele que rejeitar sua mulher, dê-lhe carta de divórcio. 32 Eu, porém, vos digo: todo aquele que rejeita sua mulher, a faz tornar-se adúltera, a não ser que se trate de matrimônio falso; e todo aquele que desposa uma mulher rejeitada comete um adultério. 33 Ouvistes ainda o que foi dito aos antigos: Não jurarás falso, mas cumprirás para com o Senhor os teus juramentos. 34 Eu, porém, vos digo: não jureis de modo algum, nem pelo céu, porque é o trono de Deus; 35 nem pela terra, porque é o escabelo de seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei. 36 Nem jurarás pela tua cabeça, porque não podes fazer um cabelo tornar-se branco ou negro. 37 Dizei somente: Sim, se é sim; não, se é não. Tudo o que passa além disto vem do Maligno. 38 Tendes ouvido o que foi dito: Olho por olho, dente por dente. 39 Eu, porém, vos digo: não resistais ao mau. Se alguém te ferir a face direita, oferece-lhe também a outra. 40 Se alguém te citar em justiça para tirar-te a túnica, cede-lhe também a capa. 41 Se alguém vem obrigar-te a andar mil passos com ele, anda dois mil. 42 Dá a quem te pede e não te desvies daquele que te quer pedir emprestado. 43 Tendes ouvido o que foi dito: Amarás o teu próximo e poderás odiar teu inimigo. 44 Eu, porém, vos digo: amai vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, orai pelos que vos [maltratam e] perseguem. 45 Deste modo sereis os filhos de vosso Pai do céu, pois ele faz nascer o sol tanto sobre os maus como sobre os bons, e faz chover sobre os justos e sobre os injustos. 46 Se amais somente os que vos amam, que recompensa tereis? Não fazem assim os próprios publicanos? 47 Se saudais apenas vossos irmãos, que fazeis de extraordinário? Não fazem isto também os pagãos? 48 Portanto, sede perfeitos, assim como vosso Pai celeste é perfeito.
6. 1 Guardai-vos de fazer vossas boas obras diante dos homens, para serdes vistos por eles. Do contrário, não tereis recompensa junto de vosso Pai que está no céu. 2 Quando, pois, dás esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem louvados pelos homens. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa. 3 Quando deres esmola, que tua mão esquerda não saiba o que fez a direita. 4 Assim, a tua esmola se fará em segredo; e teu Pai, que vê o escondido, recompensar-te-á. 5 Quando orardes, não façais como os hipócritas, que gostam de orar de pé nas sinagogas e nas esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa. 6 Quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora ao teu Pai em segredo; e teu Pai, que vê num lugar oculto, recompensar-te-á. 7 Nas vossas orações, não multipliqueis as palavras, como fazem os pagãos que julgam que serão ouvidos à força de palavras. 8 Não os imiteis, porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes que vós lho peçais. 9 Eis como deveis rezar: PAI NOSSO, que estais no céu, santificado seja o vosso nome; 10 venha a nós o vosso Reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. 11 O pão nosso de cada dia nos dai hoje; 12 perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos aos que nos ofenderam; 13 e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. 14 Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, vosso Pai celeste também vos perdoará. 15 Mas se não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai vos perdoará. 16 Quando jejuardes, não tomeis um ar triste como os hipócritas, que mostram um semblante abatido para manifestar aos homens que jejuam. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa. 17 Quando jejuares, perfuma a tua cabeça e lava o teu rosto. 18 Assim, não parecerá aos homens que jejuas, mas somente a teu Pai que está presente ao oculto; e teu Pai, que vê num lugar oculto, recompensar-te-á. 19 Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a ferrugem e as traças corroem, onde os ladrões furtam e roubam. 20 Ajuntai para vós tesouros no céu, onde não os consomem nem as traças nem a ferrugem, e os ladrões não furtam nem roubam. 21 Porque onde está o teu tesouro, lá também está teu coração. 22 O olho é a luz do corpo. Se teu olho é são, todo o teu corpo será iluminado. 23 Se teu olho estiver em mau estado, todo o teu corpo estará nas trevas. Se a luz que está em ti são trevas, quão espessas deverão ser as trevas! 24 Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará a um e amará o outro, ou dedicar-se-á a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e à riqueza. 25 Portanto, eis que vos digo: não vos preocupeis por vossa vida, pelo que comereis, nem por vosso corpo, pelo que vestireis. A vida não é mais do que o alimento e o corpo não é mais que as vestes? 26 Olhai as aves do céu: não semeiam nem ceifam, nem recolhem nos celeiros e vosso Pai celeste as alimenta. Não valeis vós muito mais que elas? 27 Qual de vós, por mais que se esforce, pode acrescentar um só côvado à duração de sua vida? 28 E por que vos inquietais com as vestes? Considerai como crescem os lírios do campo; não trabalham nem fiam. 29 Entretanto, eu vos digo que o próprio Salomão no auge de sua glória não se vestiu como um deles. 30 Se Deus veste assim a erva dos campos, que hoje cresce e amanhã será lançada ao fogo, quanto mais a vós, homens de pouca fé? 31 Não vos aflijais, nem digais: Que comeremos? Que beberemos? Com que nos vestiremos? 32 São os pagãos que se preocupam com tudo isso. Ora, vosso Pai celeste sabe que necessitais de tudo isso. 33 Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo. 34 Não vos preocupeis, pois, com o dia de amanhã: o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu cuidado.
7.1 Não julgueis, e não sereis julgados. 2 Porque do mesmo modo que julgardes, sereis também vós julgados e, com a medida com que tiverdes medido, também vós sereis medidos. 3 Por que olhas a palha que está no olho do teu irmão e não vês a trave que está no teu? 4 Como ousas dizer a teu irmão: Deixa-me tirar a palha do teu olho, quando tens uma trave no teu? 5 Hipócrita! Tira primeiro a trave de teu olho e assim verás para tirar a palha do olho do teu irmão. 6 Não lanceis aos cães as coisas santas, não atireis aos porcos as vossas pérolas, para que não as calquem com os seus pés, e, voltando-se contra vós, vos despedacem. 7 Pedi e se vos dará. Buscai e achareis. Batei e vos será aberto. 8 Porque todo aquele que pede, recebe. Quem busca, acha. A quem bate, abrir-se-á. 9 Quem dentre vós dará uma pedra a seu filho, se este lhe pedir pão? 10 E, se lhe pedir um peixe, dar-lhe-á uma serpente? 11 Se vós, pois, que sois maus, sabeis dar boas coisas a vossos filhos, quanto mais vosso Pai celeste dará boas coisas aos que lhe pedirem. 12 Tudo o que quereis que os homens vos façam, fazei-o vós a eles. Esta é a lei e os profetas. 13 Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso o caminho que conduzem à perdição e numerosos são os que por aí entram. 14 Estreita, porém, é a porta e apertado o caminho da vida e raros são os que o encontram. 15 Guardai-vos dos falsos profetas. Eles vêm a vós disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos arrebatadores. 16 Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinhos e figos dos abrolhos? 17 Toda árvore boa dá bons frutos; toda árvore má dá maus frutos. 18 Uma árvore boa não pode dar maus frutos; nem uma árvore má, bons frutos. 19 Toda árvore que não der bons frutos será cortada e lançada ao fogo. 20 Pelos seus frutos os conhecereis. 21 Nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos céus, mas sim aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. 22 Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não pregamos nós em vosso nome, e não foi em vosso nome que expulsamos os demônios e fizemos muitos milagres? 23 E, no entanto, eu lhes direi: Nunca vos conheci. Retirai-vos de mim, operários maus! 24 Aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as põe em prática é semelhante a um homem prudente, que edificou sua casa sobre a rocha. 25 Caiu a chuva, vieram as enchentes, sopraram os ventos e investiram contra aquela casa; ela, porém, não caiu, porque estava edificada na rocha. 26 Mas aquele que ouve as minhas palavras e não as põe em prática é semelhante a um homem insensato, que construiu sua casa na areia. 27 Caiu a chuva, vieram as enchentes, sopraram os ventos e investiram contra aquela casa; ela caiu e grande foi a sua ruína. 28 Quando Jesus terminou o discurso, a multidão ficou impressionada com a sua doutrina. 29 Com efeito, ele a ensinava como quem tinha autoridade e não como os seus escribas."
Tenho ou não tenho razão? Respostas nos comentários, please!
"5. 1 Vendo aquelas multidões, Jesus subiu à montanha. Sentou-se e seus discípulos aproximaram-se dele. 2 Então abriu a boca e lhes ensinava, dizendo: 3 Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos céus! 4 Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados! 5 Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra! 6 Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados! 7 Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia! 8 Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus! 9 Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus! 10 Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus! 11 Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim. 12 Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós. 13 Vós sois o sal da terra. Se o sal perde o sabor, com que lhe será restituído o sabor? Para nada mais serve senão para ser lançado fora e calcado pelos homens. 14 Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre uma montanha 15 nem se acende uma luz para colocá-la debaixo do alqueire, mas sim para colocá-la sobre o candeeiro, a fim de que brilhe a todos os que estão em casa. 16 Assim, brilhe vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus. 17 Não julgueis que vim abolir a lei ou os profetas. Não vim para os abolir, mas sim para levá-los à perfeição. 18 Pois em verdade vos digo: passará o céu e a terra, antes que desapareça um jota, um traço da lei. 19 Aquele que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e ensinar assim aos homens, será declarado o menor no Reino dos céus. Mas aquele que os guardar e os ensinar será declarado grande no Reino dos céus. 20 Digo-vos, pois, se vossa justiça não for maior que a dos escribas e fariseus, não entrareis no Reino dos céus. 21 Ouvistes o que foi dito aos antigos: Não matarás, mas quem matar será castigado pelo juízo do tribunal. 22 Mas eu vos digo: todo aquele que se irar contra seu irmão será castigado pelos juízes. Aquele que disser a seu irmão: Raca, será castigado pelo Grande Conselho. Aquele que lhe disser: Louco, será condenado ao fogo da geena. 23 Se estás, portanto, para fazer a tua oferta diante do altar e te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, 24 deixa lá a tua oferta diante do altar e vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; só então vem fazer a tua oferta. 25 Entra em acordo sem demora com o teu adversário, enquanto estás em caminho com ele, para que não suceda que te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao seu ministro e sejas posto em prisão. 26 Em verdade te digo: dali não sairás antes de teres pago o último centavo. 27 Ouvistes que foi dito aos antigos: Não cometerás adultério. 28 Eu, porém, vos digo: todo aquele que lançar um olhar de cobiça para uma mulher, já adulterou com ela em seu coração. 29 Se teu olho direito é para ti causa de queda, arranca-o e lança-o longe de ti, porque te é preferível perder-se um só dos teus membros, a que o teu corpo todo seja lançado na geena. 30 E se tua mão direita é para ti causa de queda, corta-a e lança-a longe de ti, porque te é preferível perder-se um só dos teus membros, a que o teu corpo inteiro seja atirado na geena. 31 Foi também dito: Todo aquele que rejeitar sua mulher, dê-lhe carta de divórcio. 32 Eu, porém, vos digo: todo aquele que rejeita sua mulher, a faz tornar-se adúltera, a não ser que se trate de matrimônio falso; e todo aquele que desposa uma mulher rejeitada comete um adultério. 33 Ouvistes ainda o que foi dito aos antigos: Não jurarás falso, mas cumprirás para com o Senhor os teus juramentos. 34 Eu, porém, vos digo: não jureis de modo algum, nem pelo céu, porque é o trono de Deus; 35 nem pela terra, porque é o escabelo de seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei. 36 Nem jurarás pela tua cabeça, porque não podes fazer um cabelo tornar-se branco ou negro. 37 Dizei somente: Sim, se é sim; não, se é não. Tudo o que passa além disto vem do Maligno. 38 Tendes ouvido o que foi dito: Olho por olho, dente por dente. 39 Eu, porém, vos digo: não resistais ao mau. Se alguém te ferir a face direita, oferece-lhe também a outra. 40 Se alguém te citar em justiça para tirar-te a túnica, cede-lhe também a capa. 41 Se alguém vem obrigar-te a andar mil passos com ele, anda dois mil. 42 Dá a quem te pede e não te desvies daquele que te quer pedir emprestado. 43 Tendes ouvido o que foi dito: Amarás o teu próximo e poderás odiar teu inimigo. 44 Eu, porém, vos digo: amai vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, orai pelos que vos [maltratam e] perseguem. 45 Deste modo sereis os filhos de vosso Pai do céu, pois ele faz nascer o sol tanto sobre os maus como sobre os bons, e faz chover sobre os justos e sobre os injustos. 46 Se amais somente os que vos amam, que recompensa tereis? Não fazem assim os próprios publicanos? 47 Se saudais apenas vossos irmãos, que fazeis de extraordinário? Não fazem isto também os pagãos? 48 Portanto, sede perfeitos, assim como vosso Pai celeste é perfeito.
6. 1 Guardai-vos de fazer vossas boas obras diante dos homens, para serdes vistos por eles. Do contrário, não tereis recompensa junto de vosso Pai que está no céu. 2 Quando, pois, dás esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem louvados pelos homens. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa. 3 Quando deres esmola, que tua mão esquerda não saiba o que fez a direita. 4 Assim, a tua esmola se fará em segredo; e teu Pai, que vê o escondido, recompensar-te-á. 5 Quando orardes, não façais como os hipócritas, que gostam de orar de pé nas sinagogas e nas esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa. 6 Quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora ao teu Pai em segredo; e teu Pai, que vê num lugar oculto, recompensar-te-á. 7 Nas vossas orações, não multipliqueis as palavras, como fazem os pagãos que julgam que serão ouvidos à força de palavras. 8 Não os imiteis, porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes que vós lho peçais. 9 Eis como deveis rezar: PAI NOSSO, que estais no céu, santificado seja o vosso nome; 10 venha a nós o vosso Reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. 11 O pão nosso de cada dia nos dai hoje; 12 perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos aos que nos ofenderam; 13 e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. 14 Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, vosso Pai celeste também vos perdoará. 15 Mas se não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai vos perdoará. 16 Quando jejuardes, não tomeis um ar triste como os hipócritas, que mostram um semblante abatido para manifestar aos homens que jejuam. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa. 17 Quando jejuares, perfuma a tua cabeça e lava o teu rosto. 18 Assim, não parecerá aos homens que jejuas, mas somente a teu Pai que está presente ao oculto; e teu Pai, que vê num lugar oculto, recompensar-te-á. 19 Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a ferrugem e as traças corroem, onde os ladrões furtam e roubam. 20 Ajuntai para vós tesouros no céu, onde não os consomem nem as traças nem a ferrugem, e os ladrões não furtam nem roubam. 21 Porque onde está o teu tesouro, lá também está teu coração. 22 O olho é a luz do corpo. Se teu olho é são, todo o teu corpo será iluminado. 23 Se teu olho estiver em mau estado, todo o teu corpo estará nas trevas. Se a luz que está em ti são trevas, quão espessas deverão ser as trevas! 24 Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará a um e amará o outro, ou dedicar-se-á a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e à riqueza. 25 Portanto, eis que vos digo: não vos preocupeis por vossa vida, pelo que comereis, nem por vosso corpo, pelo que vestireis. A vida não é mais do que o alimento e o corpo não é mais que as vestes? 26 Olhai as aves do céu: não semeiam nem ceifam, nem recolhem nos celeiros e vosso Pai celeste as alimenta. Não valeis vós muito mais que elas? 27 Qual de vós, por mais que se esforce, pode acrescentar um só côvado à duração de sua vida? 28 E por que vos inquietais com as vestes? Considerai como crescem os lírios do campo; não trabalham nem fiam. 29 Entretanto, eu vos digo que o próprio Salomão no auge de sua glória não se vestiu como um deles. 30 Se Deus veste assim a erva dos campos, que hoje cresce e amanhã será lançada ao fogo, quanto mais a vós, homens de pouca fé? 31 Não vos aflijais, nem digais: Que comeremos? Que beberemos? Com que nos vestiremos? 32 São os pagãos que se preocupam com tudo isso. Ora, vosso Pai celeste sabe que necessitais de tudo isso. 33 Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo. 34 Não vos preocupeis, pois, com o dia de amanhã: o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu cuidado.
7.1 Não julgueis, e não sereis julgados. 2 Porque do mesmo modo que julgardes, sereis também vós julgados e, com a medida com que tiverdes medido, também vós sereis medidos. 3 Por que olhas a palha que está no olho do teu irmão e não vês a trave que está no teu? 4 Como ousas dizer a teu irmão: Deixa-me tirar a palha do teu olho, quando tens uma trave no teu? 5 Hipócrita! Tira primeiro a trave de teu olho e assim verás para tirar a palha do olho do teu irmão. 6 Não lanceis aos cães as coisas santas, não atireis aos porcos as vossas pérolas, para que não as calquem com os seus pés, e, voltando-se contra vós, vos despedacem. 7 Pedi e se vos dará. Buscai e achareis. Batei e vos será aberto. 8 Porque todo aquele que pede, recebe. Quem busca, acha. A quem bate, abrir-se-á. 9 Quem dentre vós dará uma pedra a seu filho, se este lhe pedir pão? 10 E, se lhe pedir um peixe, dar-lhe-á uma serpente? 11 Se vós, pois, que sois maus, sabeis dar boas coisas a vossos filhos, quanto mais vosso Pai celeste dará boas coisas aos que lhe pedirem. 12 Tudo o que quereis que os homens vos façam, fazei-o vós a eles. Esta é a lei e os profetas. 13 Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso o caminho que conduzem à perdição e numerosos são os que por aí entram. 14 Estreita, porém, é a porta e apertado o caminho da vida e raros são os que o encontram. 15 Guardai-vos dos falsos profetas. Eles vêm a vós disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos arrebatadores. 16 Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinhos e figos dos abrolhos? 17 Toda árvore boa dá bons frutos; toda árvore má dá maus frutos. 18 Uma árvore boa não pode dar maus frutos; nem uma árvore má, bons frutos. 19 Toda árvore que não der bons frutos será cortada e lançada ao fogo. 20 Pelos seus frutos os conhecereis. 21 Nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos céus, mas sim aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. 22 Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não pregamos nós em vosso nome, e não foi em vosso nome que expulsamos os demônios e fizemos muitos milagres? 23 E, no entanto, eu lhes direi: Nunca vos conheci. Retirai-vos de mim, operários maus! 24 Aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as põe em prática é semelhante a um homem prudente, que edificou sua casa sobre a rocha. 25 Caiu a chuva, vieram as enchentes, sopraram os ventos e investiram contra aquela casa; ela, porém, não caiu, porque estava edificada na rocha. 26 Mas aquele que ouve as minhas palavras e não as põe em prática é semelhante a um homem insensato, que construiu sua casa na areia. 27 Caiu a chuva, vieram as enchentes, sopraram os ventos e investiram contra aquela casa; ela caiu e grande foi a sua ruína. 28 Quando Jesus terminou o discurso, a multidão ficou impressionada com a sua doutrina. 29 Com efeito, ele a ensinava como quem tinha autoridade e não como os seus escribas."
Tenho ou não tenho razão? Respostas nos comentários, please!
21 - Se Estás Aflito, Lê Minhas Palavras; A Alma Que Sofre Encontra Alívio, E A Alma Que Chora É Confortada
Quantas vezes nos encontramos assim, exatamente assim: desiludidos, sem uma perspectiva mínima pela frente. Acreditamos que nada vai dar certo e que tudo vai se desvanecer em questão de segundos. É mais comum do que acontece, seja qual for a área da vida, não? O que fazer neste momento?
É um pouco lugar-comum isso, mas o que se deve fazer é buscar Deus. Não, não falo buscar Deus dentro da Seicho-No- Ie, em detrimento de outras fés ou crenças. Falo em buscar Deus dentro de você. Se lembram do exercício que propus, há duas frases atrás? É por aí: Deus não nos abandona em nenhum momento de nossa existência. Apenas a compreensão dEle em relação à nossa vida é distinta da nossa própria compreensão. Por isso é que tantas vezes rezamos: "Seja feita a Tua Vontade". É por isso que Cristo, Ele mesmo, JC em pessoa, teve também seus momentos de dúvida, quando pediu para que se afastasse o cálice diante dele, MAS QUE se fizesse sempre a vontade dEle...
Se nem com JC o afastamento do cálice serviu, quem dirá para nós, meros mortais, certo? Errado. Em primeiro lugar, não somos meros mortais. Em segundo lugar, não somos inferiores a Cristo, Ele apenas teve uma compreensão maior de seu lugar no mundo, maior do que a nossa. Isso significa que, em tese, potencialmente, poderemos alcançar a Sua evolução? Deixemos que Ele próprio nos responda: "Aquele que crê em Minhas palavras fará as mesmas coisas que eu faço, e AINDA MAIORES".
Captaram a essência da coisa? Não somos restos de carne jogadas no mundo, somos filhos de Deus. É muito importante ter essa convicção caso queiramos realmente triunfar neste mundo!
Mas, retornando à frase deste post, o que podemos dela apreender? Se estás aflito, lê Minhas palavras. E quais são as palavras de Deus? Elaborei uma pequena lista...
Para os cristãos, a Bíblia.
Para os budistas, as sutras
Para os muçulmanos, o Alcorão
Para os espíritas, as obras de Kardec.
E por aí vai.
O importante é saber que Deus é a nossa única e verdadeira tábua de salvação. E que muitas das provações que Ele nos faz suportar é para que nos desvencilhássemos daquilo que realmente não é importante em nossas vidas. Este ponto é fundamental.
Aí os amigos podem perguntar: e o que é o mais importante nesta vida, fale em termos práticos. Em termos práticos respondo: é a conscientização de sermos Filhos de Deus. E quais as vantagens dessa conscientização?
A liberdade para fazer o que quiser seguindo as leis mentais. A prosperidade de chegar a coisa certa na hora necessária. A conscientização de que somos mais do que este mero aglomerado de carne.
Sabendo disso, a alma que sofre encontra alívio e a que chora é confortada, bem à maneira do Sermão da Montanha. Aliás, costumo sempre dizer: para os preguiçosos que não querem ler a Bíblia inteira, leiam o Novo Testamento, pelo menos. Quem não tiver paciência para ler o Novo Testamento, leia pelo menos os quatro Evangelhos. Quem não gostar de ler os quatro Evangelhos, leia pelo menos três capítulos dele, os 5, 6 e 7 de Mateus, onde está o Sermão da Montanha. É uma das páginas mais bonitas da espiritualidade humana em todos os tempos. Poucas são as passagens religiosas tão ricas de espiritualidade quanto esta.
Assim, uma sugestão: se estiver aflito, pegue pelo menos este trecho e lê (parafraseando Santo Agostinho e sua criança: "Toma e lê, toma e lê!"). E agradeça profundamente a Deus pela graça de ser Seu filho. O resto, bem, o resto virá com o tempo...
É um pouco lugar-comum isso, mas o que se deve fazer é buscar Deus. Não, não falo buscar Deus dentro da Seicho-No- Ie, em detrimento de outras fés ou crenças. Falo em buscar Deus dentro de você. Se lembram do exercício que propus, há duas frases atrás? É por aí: Deus não nos abandona em nenhum momento de nossa existência. Apenas a compreensão dEle em relação à nossa vida é distinta da nossa própria compreensão. Por isso é que tantas vezes rezamos: "Seja feita a Tua Vontade". É por isso que Cristo, Ele mesmo, JC em pessoa, teve também seus momentos de dúvida, quando pediu para que se afastasse o cálice diante dele, MAS QUE se fizesse sempre a vontade dEle...
Se nem com JC o afastamento do cálice serviu, quem dirá para nós, meros mortais, certo? Errado. Em primeiro lugar, não somos meros mortais. Em segundo lugar, não somos inferiores a Cristo, Ele apenas teve uma compreensão maior de seu lugar no mundo, maior do que a nossa. Isso significa que, em tese, potencialmente, poderemos alcançar a Sua evolução? Deixemos que Ele próprio nos responda: "Aquele que crê em Minhas palavras fará as mesmas coisas que eu faço, e AINDA MAIORES".
Captaram a essência da coisa? Não somos restos de carne jogadas no mundo, somos filhos de Deus. É muito importante ter essa convicção caso queiramos realmente triunfar neste mundo!
Mas, retornando à frase deste post, o que podemos dela apreender? Se estás aflito, lê Minhas palavras. E quais são as palavras de Deus? Elaborei uma pequena lista...
Para os cristãos, a Bíblia.
Para os budistas, as sutras
Para os muçulmanos, o Alcorão
Para os espíritas, as obras de Kardec.
E por aí vai.
O importante é saber que Deus é a nossa única e verdadeira tábua de salvação. E que muitas das provações que Ele nos faz suportar é para que nos desvencilhássemos daquilo que realmente não é importante em nossas vidas. Este ponto é fundamental.
Aí os amigos podem perguntar: e o que é o mais importante nesta vida, fale em termos práticos. Em termos práticos respondo: é a conscientização de sermos Filhos de Deus. E quais as vantagens dessa conscientização?
A liberdade para fazer o que quiser seguindo as leis mentais. A prosperidade de chegar a coisa certa na hora necessária. A conscientização de que somos mais do que este mero aglomerado de carne.
Sabendo disso, a alma que sofre encontra alívio e a que chora é confortada, bem à maneira do Sermão da Montanha. Aliás, costumo sempre dizer: para os preguiçosos que não querem ler a Bíblia inteira, leiam o Novo Testamento, pelo menos. Quem não tiver paciência para ler o Novo Testamento, leia pelo menos os quatro Evangelhos. Quem não gostar de ler os quatro Evangelhos, leia pelo menos três capítulos dele, os 5, 6 e 7 de Mateus, onde está o Sermão da Montanha. É uma das páginas mais bonitas da espiritualidade humana em todos os tempos. Poucas são as passagens religiosas tão ricas de espiritualidade quanto esta.
Assim, uma sugestão: se estiver aflito, pegue pelo menos este trecho e lê (parafraseando Santo Agostinho e sua criança: "Toma e lê, toma e lê!"). E agradeça profundamente a Deus pela graça de ser Seu filho. O resto, bem, o resto virá com o tempo...
segunda-feira, 20 de junho de 2011
20 - Estando Com Alguém, Pensa Em Mim E Conscientiza-Te De Que Aí Não Há Apenas Duas Pessoas, Mas Sim Três, Pois Estarei Convosco
Todos calmos após o exercício de relaxamento proposto no post anterior?
Pois bem, já vimos quando estamos sozinhos, como sentir Deus, agora perguntamos: e quando estamos com mais pessoas, o que fazer? Bom, estando com alguém, pense em Deus e conscientiza que Ele está convosco. É mais ou menos uma alusão àquela passagem do Evangelho que diz que "onde duas ou mais pessoas estiverem reunidas em meu nome, lá eu estarei". Neste caso, não é preciso sequer estar reunido em nome de quem quer que seja, Deus já vai estar entre tais pessoas.
Esta frase levanta uma interessante conclusão: Deus está em toda a parte, mas dEle não nos conscientizamos. Qual a razão disso? Pensem.
Será porque o pensamento em Deus é algo tão sagrado que só deveria ser evocado em ocasiões especiais? Por qual razão não evocamos Deus de uma forma mais corriqueira, amistosa?
Pensem nisso...
Pois bem, já vimos quando estamos sozinhos, como sentir Deus, agora perguntamos: e quando estamos com mais pessoas, o que fazer? Bom, estando com alguém, pense em Deus e conscientiza que Ele está convosco. É mais ou menos uma alusão àquela passagem do Evangelho que diz que "onde duas ou mais pessoas estiverem reunidas em meu nome, lá eu estarei". Neste caso, não é preciso sequer estar reunido em nome de quem quer que seja, Deus já vai estar entre tais pessoas.
Esta frase levanta uma interessante conclusão: Deus está em toda a parte, mas dEle não nos conscientizamos. Qual a razão disso? Pensem.
Será porque o pensamento em Deus é algo tão sagrado que só deveria ser evocado em ocasiões especiais? Por qual razão não evocamos Deus de uma forma mais corriqueira, amistosa?
Pensem nisso...
19 - Estando Só, Pensa Em Mim E Conscientiza-Te De Que Estás CoMigo
Retornando ao nosso estudo, terminamos o estudo da frase anterior com a seguinte indagação: "Como fazer para sentir esse Deus vivo em nós?" Começaremos a dar a resposta a partir do estudo desta frase.
A RD nos dá duas alternativas, com o amável leitor estando só ou acompanhado. Estando só, "pensa em mim, chore por mim, liga pra mim, não, não liga para a ilusão!" (perdão, não resisti!) e conscientiza-te de que estás com Ele. Vamos fazer um exercício eu e você, amável leitor?
Pare o que você está fazendo agora, encoste suas costas na cadeira e feche os olhos. Respire lenta e profundamente, e repita pausadamente, de uma maneira que combine com sua respiração, as seguintes palavras: "Aqui e agora, vivo o Amor de Deus", ou uma outra frase semelhante, curta, mas de impacto. Fique assim durante uns cinco minutos. Eu espero...
1 minuto.
2 minutos.
3 minutos.
4 minutos.
5 minutos.
Agora abra os olhos lentamente, não alterando o ritmo da sua respiração. Pronto, você, sem querer querendo, fez uma espécie de Shinsokan. Você não pediu nada, pediu? Você simplesmente se entregou à sua presença, você simplesmente contemplou Deus.
Outra sugestão: a partir de agora, pense nos seus problemas do cotidiano sob a perspectiva de Deus. Não pense como você, pense como Deus. Isso mesmo, pense como Deus. Seus problemas não parecem ter se dissolvido? Você, aqui e agora, está vivendo o Amor de Deus, pois você é o Seu filho mais amado e merece todas as coisas. Pense nisso. Mas não pense na agitação do dia a dia, pense no seu interior, no âmago do seu ser. Tenha o hábito de repetir isso quantas vezes for necessária. E depois me mandem os resultados, via comentários!
A RD nos dá duas alternativas, com o amável leitor estando só ou acompanhado. Estando só, "pensa em mim, chore por mim, liga pra mim, não, não liga para a ilusão!" (perdão, não resisti!) e conscientiza-te de que estás com Ele. Vamos fazer um exercício eu e você, amável leitor?
Pare o que você está fazendo agora, encoste suas costas na cadeira e feche os olhos. Respire lenta e profundamente, e repita pausadamente, de uma maneira que combine com sua respiração, as seguintes palavras: "Aqui e agora, vivo o Amor de Deus", ou uma outra frase semelhante, curta, mas de impacto. Fique assim durante uns cinco minutos. Eu espero...
1 minuto.
2 minutos.
3 minutos.
4 minutos.
5 minutos.
Agora abra os olhos lentamente, não alterando o ritmo da sua respiração. Pronto, você, sem querer querendo, fez uma espécie de Shinsokan. Você não pediu nada, pediu? Você simplesmente se entregou à sua presença, você simplesmente contemplou Deus.
Outra sugestão: a partir de agora, pense nos seus problemas do cotidiano sob a perspectiva de Deus. Não pense como você, pense como Deus. Isso mesmo, pense como Deus. Seus problemas não parecem ter se dissolvido? Você, aqui e agora, está vivendo o Amor de Deus, pois você é o Seu filho mais amado e merece todas as coisas. Pense nisso. Mas não pense na agitação do dia a dia, pense no seu interior, no âmago do seu ser. Tenha o hábito de repetir isso quantas vezes for necessária. E depois me mandem os resultados, via comentários!
O Carma, A Corda E O Agradecer
Faço uma pequena interrupção no estudo da nossa RD para elucidar uma questão que muito me incomodava desde quando eu entrei na SNI, a saber:
Qual a necessidade de se agradecer a todas as coisas, dentro da Seicho-No-Ie?
Alguém aí sabe a resposta? Não? Ok, ok, eu sei que é para manter a harmonia, manter a paz de espírito, "reconciliai-vos com todas as coisas do céu e da terra", mas, mais especificamente, porque o fato de agradecer, tecnicamente, é tão importante dentro da SNI?
A resposta, descobri anteontem, quando estava transcrevendo "A Humanidade É Isenta de Pecado", mais precisamente nas pgs. 87/89, que ora transcreverei:
"Confiar na desintegração dos carmas
Taniguchi - Quando temos um determinado pensamento, este permanece latente, constituindo a força motriz que gera outro pensamento semelhante. É como a corda do relógio despertador: seus ponteiros giram agora porque foi-lhe dado corda anteriormente. O alarme do despertador soa quando os ponteiros indicam uma determinada hora; isto ocorre devido ao desenrolar da corda. Da mesma forma, em dado momento ocorrem em nossa mente vibrações mentais de ira ou de tristeza, devido ao desenrolar da 'corda cármica' que demos no passado. O carma não se eliminará enquanto a corda cármica não se desenrolar e se manifestar concretamente sob diversas formas. Se manifestamos ira ou tristeza, é porque no passado formamos um carma correspondente a esses sentimentos. Mas tal manifestação é valiosa. A corda do relógio 'esgota-se' após desenrolar-se por completo, e então o alarme cessa. Da mesma forma, nosso carma também 'se esgota' após manifestar-se. Porém, se a maioria das pessoas torna a dar corda ao carma quando este está se desintegrando. É por isso que a força do seu carma negativo nunca se esgota. O que significa tornar a dar corda quando o carma está se desintegrando? É ter atitude mental que reativa o carma, como, por exemplo, pensar 'Estou zangado' diante de um contratempo e admitir 'Sou um mau sujeito, dado a se irritar facilmente'. Ter tal pensamento, seja passageiro ou em forma de reflexão, é reconhecer a existência do mal em si próprio e gravá-lo na própria mente. Costuma-se considerar boa, do ponto de vista religioso e moral, a atitude de refletir sobre si próprio e admitir o seu lado mau. Mas não existe esse 'eu' que a pessoa considera mau. Não existe o lado mau - esta é a visão fundamental da Seicho-No-Ie acerca do homem. Já que todos os homens sãos filhos de Deus, todos são bons. Então, quem é mau? Não é o nosso 'eu'. O que parece mau é simplesmente um processo através do qual um carma maléfico formado no passado está se manifestando para se desintegrar. Por isso, quem conhece esta Verdade, mesmo que fique zangado ou tenha pensamentos ou sentimentos negativos, não pensa 'Eu sou mau', mas mentaliza 'Está se extinguindo o carma; extinto o meu 'falso eu', manifesta-se o meu Eu verdadeiro, minha natureza verdadeira de filho de Deus, perfeito e harmonioso. Doravante não terei maus pensamentos", e deixa que a força do carma desapareça por si mesma. Pensando desta forma, enfraquecemos a força do carma que nos leva a repetir maus pensamentos e más ações; Creio que foi neste sentido que o apóstolo Paulo disse 'Nem eu tampouco julgo a mim mesmo'. E nem há necessidade de se julgar, pois se trata de 'falso eu', isto é, uma imagem projetada pelo carma, que não provém da natureza divina original, algo inexistente que logo se extingue. Basta assim refletir e desfazer-se do 'falso eu'. E sendo o Eu verdadeiro filho de Deus, este também não precisa ser julgado (Volume 16)"
(grifos do original, com exceção dos trechos sublinhados)
Amigos, apenas este pequeno trecho do volume 16 foi o suficiente para colocá-lo no meu top five da coleção A Verdade da Vida. Essa analogia com a corda do relógio é sensacional. Peço para que leiem novamente o texto, em especial a parte sublinhada, para que depois comentemos a questão que propus acima, se é que já não temos uma resposta para ela.
Leram? Então vamos lá!
Nós agradecemos porque o ato do agradecer corta todo carma negativo futuro que venha a ser formar. Simplesmente isso. Isso também é a base para a aplicação do princípio do relógio de sol, tão apregoado ultimamente na SNI.
Demos um singelo exemplo: você está andando belo e formoso na rua quando tropeça numa pedra e cai, se arranhando todo. O que fazer? Responder inconscientemente à pedrinha abençoada: "Muito obrigado!" ou entender o porque do agradecimento? Vamos lá!
Primeiro, no mundo mental você plantou esse tropeção. Ponto pacífico. Não se pergunte o porquê. No momento do tropeço o seu carma se extinguiu, acabou, morreu. É página nova. Mas você, irritado ou triste, levanta-se e diz "Ó Deus, ó vida, ó azar", o que acontece? A corda para o carma é dado de novo.
Bom, alguém me pergunta: mas é preciso ser um santo para não se irritar com tudo o que acontece no nosso cotidiano, não? Nessa pergunta já está implícita a resposta. Sim, mais do que ser santo, é preciso um preparo mental muito grande, semelhante à admoestação do Cristo, "vigiai e orai, pois não sabeis nem o dia nem a hora". Vigiemos e oremos, pois!
Alguma dúvida ou posso passar, de imediato para o estudo da próxima frase?
Vamos lá então!
Qual a necessidade de se agradecer a todas as coisas, dentro da Seicho-No-Ie?
Alguém aí sabe a resposta? Não? Ok, ok, eu sei que é para manter a harmonia, manter a paz de espírito, "reconciliai-vos com todas as coisas do céu e da terra", mas, mais especificamente, porque o fato de agradecer, tecnicamente, é tão importante dentro da SNI?
A resposta, descobri anteontem, quando estava transcrevendo "A Humanidade É Isenta de Pecado", mais precisamente nas pgs. 87/89, que ora transcreverei:
"Confiar na desintegração dos carmas
Taniguchi - Quando temos um determinado pensamento, este permanece latente, constituindo a força motriz que gera outro pensamento semelhante. É como a corda do relógio despertador: seus ponteiros giram agora porque foi-lhe dado corda anteriormente. O alarme do despertador soa quando os ponteiros indicam uma determinada hora; isto ocorre devido ao desenrolar da corda. Da mesma forma, em dado momento ocorrem em nossa mente vibrações mentais de ira ou de tristeza, devido ao desenrolar da 'corda cármica' que demos no passado. O carma não se eliminará enquanto a corda cármica não se desenrolar e se manifestar concretamente sob diversas formas. Se manifestamos ira ou tristeza, é porque no passado formamos um carma correspondente a esses sentimentos. Mas tal manifestação é valiosa. A corda do relógio 'esgota-se' após desenrolar-se por completo, e então o alarme cessa. Da mesma forma, nosso carma também 'se esgota' após manifestar-se. Porém, se a maioria das pessoas torna a dar corda ao carma quando este está se desintegrando. É por isso que a força do seu carma negativo nunca se esgota. O que significa tornar a dar corda quando o carma está se desintegrando? É ter atitude mental que reativa o carma, como, por exemplo, pensar 'Estou zangado' diante de um contratempo e admitir 'Sou um mau sujeito, dado a se irritar facilmente'. Ter tal pensamento, seja passageiro ou em forma de reflexão, é reconhecer a existência do mal em si próprio e gravá-lo na própria mente. Costuma-se considerar boa, do ponto de vista religioso e moral, a atitude de refletir sobre si próprio e admitir o seu lado mau. Mas não existe esse 'eu' que a pessoa considera mau. Não existe o lado mau - esta é a visão fundamental da Seicho-No-Ie acerca do homem. Já que todos os homens sãos filhos de Deus, todos são bons. Então, quem é mau? Não é o nosso 'eu'. O que parece mau é simplesmente um processo através do qual um carma maléfico formado no passado está se manifestando para se desintegrar. Por isso, quem conhece esta Verdade, mesmo que fique zangado ou tenha pensamentos ou sentimentos negativos, não pensa 'Eu sou mau', mas mentaliza 'Está se extinguindo o carma; extinto o meu 'falso eu', manifesta-se o meu Eu verdadeiro, minha natureza verdadeira de filho de Deus, perfeito e harmonioso. Doravante não terei maus pensamentos", e deixa que a força do carma desapareça por si mesma. Pensando desta forma, enfraquecemos a força do carma que nos leva a repetir maus pensamentos e más ações; Creio que foi neste sentido que o apóstolo Paulo disse 'Nem eu tampouco julgo a mim mesmo'. E nem há necessidade de se julgar, pois se trata de 'falso eu', isto é, uma imagem projetada pelo carma, que não provém da natureza divina original, algo inexistente que logo se extingue. Basta assim refletir e desfazer-se do 'falso eu'. E sendo o Eu verdadeiro filho de Deus, este também não precisa ser julgado (Volume 16)"
(grifos do original, com exceção dos trechos sublinhados)
Amigos, apenas este pequeno trecho do volume 16 foi o suficiente para colocá-lo no meu top five da coleção A Verdade da Vida. Essa analogia com a corda do relógio é sensacional. Peço para que leiem novamente o texto, em especial a parte sublinhada, para que depois comentemos a questão que propus acima, se é que já não temos uma resposta para ela.
Leram? Então vamos lá!
Nós agradecemos porque o ato do agradecer corta todo carma negativo futuro que venha a ser formar. Simplesmente isso. Isso também é a base para a aplicação do princípio do relógio de sol, tão apregoado ultimamente na SNI.
Demos um singelo exemplo: você está andando belo e formoso na rua quando tropeça numa pedra e cai, se arranhando todo. O que fazer? Responder inconscientemente à pedrinha abençoada: "Muito obrigado!" ou entender o porque do agradecimento? Vamos lá!
Primeiro, no mundo mental você plantou esse tropeção. Ponto pacífico. Não se pergunte o porquê. No momento do tropeço o seu carma se extinguiu, acabou, morreu. É página nova. Mas você, irritado ou triste, levanta-se e diz "Ó Deus, ó vida, ó azar", o que acontece? A corda para o carma é dado de novo.
Bom, alguém me pergunta: mas é preciso ser um santo para não se irritar com tudo o que acontece no nosso cotidiano, não? Nessa pergunta já está implícita a resposta. Sim, mais do que ser santo, é preciso um preparo mental muito grande, semelhante à admoestação do Cristo, "vigiai e orai, pois não sabeis nem o dia nem a hora". Vigiemos e oremos, pois!
Alguma dúvida ou posso passar, de imediato para o estudo da próxima frase?
Vamos lá então!
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