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domingo, 6 de janeiro de 2019

Relato de Experiência II (Ou Antepassado Tem Rede Social)

Foto 1 - Olha os Antepassados aí, gente!
Vamos logo sem demora ao segundo relato! E eu posto as fotos como prova do que afirmo. Explico.
Já estávamos no final de 2006. Já morava em Niterói, já frequentava a Seicho-No-Ie regularmente, já estava no segundo ano do Módulo de Estudos me preparando para ser Líder de Iluminação (o que eu conseguiria apenas no final de 2009). Mas já estava progredindo.
Nessa época, a rede social mais usada no Brasil era o nosso hoje quase pré-histórico Orkut, com suas comunidades, como a que foi criada, em homenagem ao meu avô. Sim, aquele do relato anterior, deem uma olhada!
Foto 2 - Quem é esse Grande Homem?
Mas duas coisas chamam a atenção nesta Comunidade e que me faz ficar mais espantado! Eu já estava começando a fazer Cerimônia para meus Antepassados, e naquela época somente ele e minha avó materna já estavam no plano espiritual. E, infelizmente, não sabia de mais ninguém.
Não sabia. Pois não é que todos eles, pelo lado do meu avô, resolveram aparecer na descrição do grupo? Olhem só para a foto 1 e 2! Na foto 2 se nota até umas anotações minhas à mão tentando completar a árvore genealógica com as outras informações que eu tinha...
Agora, querem ficar mais boquiabertos ainda? Deem uma olhada no final da folha 2, no Fórum... tem uma postagem chamado "Um Grande Homem" e na folha 3 a continuação "chamado PERY". Até aí nada de mais, mas por que cargas d´água iria aparecer um grande homem com a data de 22/11/06? Qual grande homem nasceu em 22 de novembro? Sim, senhores, Masaharu Taniguchi, o fundador da nossa boa e velha Seicho-No-Ie!

(Pausa para ficar tão espantado quanto eu fiquei quando descobri estas sincronicidades...)
 
Foto 3
E por que uma comunidade relacionada "Deus, Muito Obrigado por Tudo" estaria linkada nesta comunidade, justo um tema tão caro para a Seicho-No-Ie quanto a gratidão???

Uma preletora daqui de Niterói certa feita falou uma frase que nunca mais me esqueci: "Nós não podemos nunca duvidar da força dos nossos antepassados". Realmente, nunca mesmo, até Orkut eles tinham, isso lá em 2006...
Em resumo, e acho que já falei isso aqui diversas vezes: ninguém me tira da cabeça que se eu estou na Seicho-No-Ie, eu estou graças à Ximenada que tenho como antepasssados! Eles sim de uma certa forma promoveram tanto a minha participação que, sinceramente, seria leviandade minha dizer que tudo isso seria apenas por acaso...
Enfim, isso era o que eu tinha para dizer! Muito obrigado! E paguei minha dívida com a Sílvia!

Relato de Experiência I (Ou Contando o Que Devia Ter Contado Há Tempos...)

Ontem, quando mencionei en passant sobre meu retorno neste blgo coincidir justamente no aniversário de 109 anos do meu avô, caso estivesse ainda aqui conosco, uma fiel leitora do blog comentou que queria saber mais detalhes deste Relato. Achei curioso, porque imaginava que já tivesse contado a história aqui (e na realidade até contei, está com o marcador de Relatos de Experiência, mas não contei a história toooooda, com os detalhes prolixos que só eu poderia fornecer). Então, conforme o prometido, segue a história:

A primeira vez que botei os pés numa Associação Local da Seicho-No-Ie foi num sábado, 16 de novembro de 1996, ainda em Ricardo de Albuquerque, Zona Norte quase Baixada Fluminense, mas ainda teimosamente pertencendo a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Participei de duas reuniões naquele ano, na semana seguinte participei do meu primeiro culto aos antepassados (na época era o nome que se dava ao que hoje conhecemos como Cerimônia em Gratidão aos Antepassados). Como não tinha entendido chongas nenhuma da razão de ler aquele livrinho preto (a.k. Sutra Sagrada Chuva de Néctar da Verdade), retornei somente em 1998. Desta vez para ficar mesmo, tendo ou não que ler aquele livrinho preto.
Em 1998 estava praticamente no meio da Faculdade de Direito, e meu avô, Pery Ximenes de Aragão, em meados daquele ano ficou doente. Pneumonia, disseram. Até hoje não sei exatamente o que o levou para o Hospital Central do Exército, em Triagem. Só sei que toooooda a família aparecia lá quase que diariamente, para saber do estado de saúde dele. E me cobravam porque nunca tinha ido lá até então.
Na época, como disse, estava na Faculdade, e esta era em Niterói, e ia para lá praticamente todo santo dia e todo santo dia eu literalmente (consultem um mapa e vocês verão que falo sério) atravessava o Rio de Janeiro inteiro, pegava a Barca e ia estudar. E com isso arrumava sempre uma desculpa para não vê-lo.
Mas, se lembra do livrinho preto? Pois é, nessa época já tinha respeitado ele mais e já tinha adquirido a versão com as quatro sutras. E resolvi todo santo dia, após o almoço, me trancar no quarto e fazer, não a Chuva de Néctar da Verdade, mas sim a CONTÍNUA Chuva de Néctar da Verdade, apenas como contribuição para a melhora do seu estado de saúde.
Bom, um dia fiquei mais folgado na minha programação e resolvi dar um pulo no Hospital antes de ir para a Faculdade. Encontro meu pai e uma tia. Meu pai foi logo me recebendo:
- Oi, filho, que bom que você veio ver seu avô. Pena que ele está bem caidinho, tem uns dois a três dias que ele só dorme.
Eu cheguei do lado dele na cama, não falei nada e de repente ele acorda, arregala os olhos e dispara:
- É o Leonardo que está aí? Deus te abençoe, Deus te faça muito feliz!
Meu pai e minha tia ficaram com cara de tacho e também eu mesmo não acreditei. Como que o velho acordou naquele momento e mais, como ele te reconheceu de primeira??? Contei no sábado seguinte entusiasmado este relato na Associação e o preletor Ademilson deu de ombros dizendo:
- Ximenes (é assim como até hoje ele me chama), grandes coisas que aconteceu! Simplesmente você fez a sutra para seu avô e despertou a Imagem Verdadeira dele na hora que te viu, ué! O que tem isso de tão espantoso?

Bom, se despertou foi apenas naquele momento. Em 11 de agosto daquele ano ele faleceu. Pediram para eu colocar uns dizeres bíblicos para o Santinho dele. Aproveitei e sugeri o trecho final da Chuva de Néctar da Verdade. Foi aprovado. Mas não terminou por aí.
Na Missa de Sétimo Dia dele eu não fui. Não me lembro agora, mas acredito que tinha prova para fazer no dia e iria chegar atrasado, enfim. No dia seguinte, uma prima vem até mim e fala:
 - Pô, Léo, que pena que você não foi à Missa do vô. Tava tão bonita...
- É, tava ocupado na faculdade...
- Inclusive até lemos no final aquele texto da Seicho-No-Ie...
- Há? Que trecho?
- Ah, não me lembro agora, mas fui eu que li no final da Missa, era aquele que falava algo sobre reconciliação... sei lá!
Ou seja, no final de uma Missa Católica de Sétimo Dia de falecimento do meu avô foi lida (e eu perdi isso...) simplesmente a Revelação Divina da Grande Harmonia. "Só" isso... Sem que ninguém da Seicho-No-Ie pedisse para isso ser feito (na verdade, o único SNI na família até hoje sou eu, e eu nem estava lá...)
Impressionante, né?
Mas tem o segundo relato, e esse ainda é mais sensacional...




domingo, 11 de novembro de 2012

Um Breve Relato de Experiência Sobre A Revelação Divina da Grande Harmonia

Como falei anteriormente, quantos são os Relatos de Experiência que mencionam a RD da Grande Harmonia, não? Pois eu também tenho a minha, mas, a rigor, nem pode ser chamado assim. Digamos, foi a minha primeira experiência marcante com essa RD... É breve, mas como me alonguei no texto introdutório, não queria deixá-lo maior. Vamos a ela...
A primeira vez que pisei na Seicho-No-Ie foi no dia 16 de novembro de 1996, mas só assisti duas reuniões (a segunda, em 23 de novembro, foi o meu primeiro culto, que depois passou a ser Cerimônia, aos antepassados).
Voltei no início de 1998, último ano da vida de meu avô, Pery Ximenes de Aragão, que veio a falecer em 11 de agosto.
Quando ele faleceu, meu pai e meus tios me procuraram para que eu pudesse colaborar com alguns textos religiosos para ilustrar o santinho, feito às pressas naqueles meados de agosto. Sugeri-lhes alguns trechos bíblicos e, engatinhando na SNI, a partezinha final da Sutra Sagrada (aquela que fala do casulo e que "não façais disso a morte do homem", vocês sabem do que estou falando, está nas páginas 64 e 65 da sutra 4X1...
Pois bem, poeira baixada, corpo estendido no chão, missa de 7º dia. Eu não fui, compromissos da faculdade e uma certa fadiga pelo que houve naqueles dias me impediram.
Ao retornar para casa, me comentaram sobre a missa, e qual não foi a minha surpresa ao ser informado que foi lido um texto da Seicho-No-Ie no final da missa?
Soube que uma prima, Katiane, leu o tal texto. Ela me disse:
- Léo, bem li um texto da Seicho-No-Ie no final da missa do vô...
- Como assim, o padre deixou?
- Sim, mostraram para ele antes e ele deixou que lessem. Li no final da missa.
- E que texto era?
- Ah, não lembro agora, era algo sobre reconciliação...
Era a Revelação Divina.
Dias depois, apresentei este fato nos Relatos de Experiência na AL de Ricardo de Albuquerque e fui aplaudido entusiasticamente pelo preletor Ademilson...
Agora, relatando e recordando deste fato, uma dúvida me veio à cabeça, 14 anos depois. Pensem comigo:
Se eu apresentei apenas o trecho final da sutra sagrada e nada mais, quem descobriu a Revelação Divina e quem apresentou o texto para o padre? Acho que foi o meu pai, mas, parando para pensar só agora, como é que esse texto foi parar na missa de sétimo dia do meu avô, cáspita, se eu não a apresentei???
Quando eu falo que se eu sou Seicho-No-Ie, é por causa da Ximenada, alguém aí ainda não acredita?