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sábado, 9 de março de 2019

Questões Para Refletir - Eduardo Nunes da Silva

Dica de leitura do seu amigo LeoJisso: "Questões Para Refletir", de Eduardo Nunes da Silva. Quem me conhece sabe que, quando eu crescer, quero ser igual a esse preletor, um dos mais inteligentes (senão - com todo o respeito a todos os demais - o mais inteligente - da Sede Central). E, desde quando soube que ele estava lançando um livro ("Finalmente", pensei eu...) fiquei ansioso para saber do que se tratava. Pois bem, peguei-o hoje. Ainda não olhei, só dei uma olhada d´olhos para ver do que se tratava...
E para minha gratíssima surpresa deparei-me com um fato interessantíssimo e que tem a ver com a primeira fase deste blog: trata-se da transcrição de algumas colunas que ele assinava no "Círculo de Harmonia" e que transcrevi algumas aqui neste blog (podem pesquisar pelo marcador "Questões Doutrinárias", está tudo ali!), em que ele lançava algumas perguntas e as respondia, como, por exemplo:
- Os pais devem permitir que seus filhos joguem games eletrônicos de violência?
- Um ser humano pode reencarnar como animal?
- A afirmação da sutra sagrada, de que o homem pode ver sem olhos, tem fundamento científico?
E por aí vai...
Só por esta palhinha já coloquei água na boca de vocês? Então comprem o livro! Vocês não se arrependerão. Palavra de LeoJisso! 

domingo, 22 de maio de 2011

O Diário do Relógio de Sol - Junko Taniguchi

Adquiram! Mas não deixem de praticar, todos os dias, sem falta!

 O novo lançamento da "Seicho-No-Ie Books & Readings Incorporated", desde 1930 trazendo Luz para os povos, e ainda na seara do Relógio de Sol apresenta, orgulhosamente, o opúsculo acima, de autoria de Junko Taniguchi!
Na realidade, na minha modesta opinião (o que, obviamente, não empana nem desabona a iniciativa do feito) trata-se de um Diário de Elogios melhorado, um típico livro-agenda, contendo mil e uma oportunidades para você exteriorizar o lado ensolarado da vida. O que é, aliás, muito bom, uma vez que a SNI prega a necessidade premente de praticar, praticar, praticar e, por fim, praticar mais um pouco.
Ou seja, você no livro anota todos os acontecimentos benfazejos que lhe ocorrem durante o dia. É interessante observar que, à medida que passamos a escrever, passamos também a ver a vida com outros olhos, e é justamente isso que é o mais interessante, et le saviez-vous le pourquoi?
Pela mesmíssima razão que a pessoa frequenta um culto, uma religião qualquer. Explico: quando você, amável católico que me lê inadvertidamente, vai prestigiar à missa em sua paróquia, ou quando você, não menos amável irmão evangélico, congrega em sua Igreja, estes rituais são meros lembretes de sua verdadeira vida (esse insight tive outro dia dando uma palestra, confesso!), ou seja, você vai para uma determinada religião para lembrar, tão somente, que você é filho de Deus.
Mas, esperem aí, o fato de lembrar pressupõe instanteneamente o fato de esquecer. Então nós esquecemos que somos Filhos de Deus?
Biduzões que vocês são! Claro que esquecemos, e sabem porque? Porque muitos de nós só se dão o devido respeito filial divino dentro de seus templos. E lá fora, em casa, no trabalho, na rua?
Para estes momentos existe o nosso querido Diário do Relógio de Sol. Apenas deixo aqui aos caros amigos da SNI duas sugestões: publicar versões com encadernação em espiral deste livro (facilita muito a escrita!) além de uma versão de bolso, o que seria, aliás, utilíssimo, em especial em viagens!
Aliás, porque nas próximas agendas da SNI não incorpora, para cada dia, uma versão desta mesma página? Seria excelente!
Ficam aí as sugestões!
Mas a ideia da concepção do livro é sensacional, e confere ao adepto uma espécie de comprometimento em seguir o verdadeiro caminho de luz!

domingo, 26 de setembro de 2010

Mente, Alimentação e Fisionomia - Segundas Impressões

E eis que chego à 122a página do novo livro do Mestre com um assunto assaz interessante para debater com os meus preclaros colegas de blog. É o seguinte: às páginas 85-89 o Mestre lança um interessante ponto de vista sobre os vegetais, dizendo que os mesmos não possuem alma individual, tal como a nossa ou a dos animais, e sim a alma de espécie.
Engraçado, já tinha lido algo semelhante em algum lugar, mas não sei se na literatura espírita ou na da própria SNI. E que, por possuir a alma da espécie, os vegetais não sentem as dores como eu ou um boi poderíamos sentir na hora da morte nem muito menos contaminar nossas células com toxinas in extremis. Estou matutando para saber onde posso saber mais sobre esta alma da espécie...
No volume 11 o Mestre, quando toca neste assunto (e acredito que antes do lançamento deste livro nenhuma outra obra tocava mais sobre este assunto alimentar do que este volume), assim fala, na página 54:
"Porém, segundo o Gênesis, Deus destinou o vegetal como alimento nosso e dos animais; por isso, embora possua vida, ao ser colhido por nós e comido, não sente dor, não manifesta sofrimento e não derrama lágrimas de tristeza; ele foi criado de modo a não contrariar o sentimento de amor. Quando chega a época da colheita, até parece que os frutos dos vegetais apresentam uma coloração vistosa para chamar a atenção do homem e dos animais. Parecem sentir prazer em serem descobertos e comidos pelo homem e pelos animais, pois isso representa a oportunidade de espalharem suas sementes e se multiplicarem (...)" (o grifo é do original)
Curioso, não? Deixem eu dar uma olhada aqui em outros livros... vejam só o que diz o Livro dos Espíritos, mais precisamente às perguntas 586 e 587:

"586. Têm as plantas consciência de que existem?
'Não, pois que não pensam; só têm vida orgânica.'

587. Experimentam sensações? Sofrem quando as mutilam?
'Recebem impressões físicas que atuam sobre a matéria, mas não têm percepções. Conseguintemente, não têm a sensação da dor.'"

Qualquer semelhança é mera coincidência? Mas, tudo bem, e onde está esta tal ideia de alma do vegetal? Vou pesquisar em meus alfarrábios, quando tiver a resposta, comunicarei!

Mente, Alimentação e Fisionomia - Primeiras Impressões


Ok, ok, eu tirei do site da SNI, por isso o escândalo do lançamento aqui do lado... escândalos a parte, este livro, com capa à la Ciência da Oração, é o mais recente lançamento da SNI, escrito pelo nosso amável e amado Mestre Masaharu Taniguchi. Estou ainda na 80a de suas 283 páginas e, portanto, não me cobrem ainda uma análise mais aprofundada do mesmo, afinal de contas, comecei a leitora somente hoje, né?
Vamos sobrevoar o livro então: trata-se de tema atual, atual pelo menos para a SNI, a saber, o respeito pela natureza, bem ao gosto do prof. Masanobu. O Mestre volta a tocar em assunto o qual ele se debruçou com certa propriedade no volume 11, creio, da Verdade da Vida, ou seja, o consumo de carne e os malefícios que advém desta prática quase canibalesca...
Basicamente, a tese dele é a seguinte: quando comemos carne, ingerimos toxinas que não são de todo metabolizadas pelo nosso fígado, e que nos prejudicam posteriormente, em especial tornando nosso comportamento irascível e belicoso (que belos e eruditos adjetivos!). Em larga escala, isso explicaria o fato de que os povos fazem guerras e mais guerras mundo afora, e não se tornam mansos como as herbívoras ovelhas, por exemplo.
Ok, ok, vamos tomar um exemplo então? O povo alemão, comedor de tubérculos (está logo no início do livro, peço para verificarem), de onde extraem, dentre outras coisas, sua disposição filosófica e nós dos dedos mais grossos (acredite, está no livro!). Também os tedescos são grandes apreciadores de suínos, notadamente seus miúdos, em forma de salsicha, e seus joelhos, acompanhados de chucrute. Isso notabilizaria-os por um caráter filosoficamente belicoso, não? Ok, segundo o raciocínio do Mestre. Mas, então tomemos Hitler, que foi o mais belicoso dos belicosos alemães, não obstante ser austríaco. O mesmo era... vegetariano...
Não nos apressemos em tais comentários e tais conclusões, como disse antes, mal comecei a ler o livro... cada caso é um caso, afinal de contas...
Outra coisa curiosa que quero chegar logo mas já sei que está no fim do livro: fisionomia. Ou seja, o Mestre nos dá um pequeno curso (com direito a ilustrações) de como adivinhar o caráter da pessoa através de sua fisionomia, pela ciência chamada de Fisiognomia.
Acho que o Mestre deu uma palhinha deste tema no volume 40 da Verdade da Vida, embora eu não o tenha lido ainda, aqui ele deve desenvolver mais... neste caso, seria uma arte divinatória, talvez a primeira, reconhecida como válida pela SNI? O professor Joseph Murphy, por seu turno, adorava o I Ching, chegou até a escrever um livro sobre esta arte divinatória, que, confesso, às vezes consulto e na esmagadora maioria das vezes aponta com sucesso um caminho...
Então é isso, mais não tenho como dizer, a não ser recomendar que leiam o livro e ajudem a comentá-lo aqui no meu, no seu, no nosso blog!